Posts Tagged ‘FAMÍLIA HOMOPARENTAL’

É FUNDAMENTAL.

29/08/2010

AO INVÉS DE TENTAR BRECAR A EVOLUÇÃO, MELHOR ACOMPANHAR SEU PASSO.

1ª PARTE

2ª PARTE

3ª PARTE

 

4ª PARTE

 

 

 

SIM! VENCEREMOS!

28/08/2010

VENCEREMOS!

28/08/2010

OS MELHORES MINUTOS DO SHOW DE ONTEM, 15/07/2010, NO SENADO ARGENTINO!

16/07/2010

Senhoooooras e senhores… E com vocêêêês…. A deles… a sua… a minha… a nossa!

NOOOOOOOOOOOOOOOORRRRRMMAAAAAA  MO… RAN…DIIIIIIIINNIIII…

ARGENTINA!!!!!!!!!!!

15/07/2010

Explosão! Discurso do Padre Nicolás Alessio em plena marcha gay de Córdoba, AR

28/06/2010

Na marcha de apoio ao casamento gay realizada em Córdoba, Argentina, e diante de oito mil pessoas, o Padre Nicolás Alessio,  Pároco da Igreja de San Cayetano do bairro de Altamira da cidade de Córdoba (Argentina), na noite de quinta-feira, dia 24 de junho de 2010 fez um discurso explosivo para ser ouvido por toda a Argentina e o mundo, e em particular o mundo católico.

Padre Nicolás Alessio – o argentino – é mais corajoso que qualquer líder ou autoridade brasileira, de qualquer instituição favorável aos direitos GLBTTTI.

NOTÍCIAS DE CÓRDOBA, ARGENTINA (GRUPO ANGELELLI)

10/06/2010

 
Em 05 de junho de 2010, a redação do jornal argentino La Voz publicou que o Arcebispo de Córdoba, monsenhor Carlos Ñáñes pediu aos padres do Grupo Sacerdotal Angelelli que se retratassem das declarações em favor da legalização da família homoparental, e exigiu que preguem a posição oficial da Igreja.

Segundo La Voz, o Arcebispo reuniu-se com cinco dos padres do Grupo Angelelli, entre eles Nicolás Alesio (autor do conhecido documento) e Víctor Acha (co-signatário), a quem pediu que preguem a voz ofical da Igreja que não aprova o “matrimonio homossexual”.

O comunicado que desencadeou a polêmica foi redatado por Alesio e respaldado por 15 sacerdotes. “Diante da possibilidade de uma lei que permita a pessoas do mesmo sexo estar em “matrimônio” e viver profundamente o amor e a sexualidade, entendemos que aprová-la, acompanhá-la e aprofundá-la nos coloca no caminho do Evangelho de Jesus”, afirma o inicio do documento.

“Se nos pedem que retifiquemos essas declarações, obviamente que o não faremos. Somos pessoas adultas para que nos imponham o que temos de dizer ou fazer”.

“…não está em jogo nenhum dogma da fé católica: é uma opinião da Igreja sobre uma instituição civil…” Alesio reconheceu que é a primeira vez que se emite um decreto dessa natureza em que “nos admoesta e nos pede retratação.”

Completou: “Recebemos a adesão ao grupo Angelelli ao nível nacional…”

Segundo La Voz, Victor Acha foi outro dos sacerdotes a quem Ñáñez chamou para uma conversa privativa no Arcebispado.

“O bispo Ñáñez me pediu que expresse minha adesão aos ensinamentos da Igreja e assinale as diferenças que tenho com as afirmações do padre Alesio na nota que assinei com os outros sacerdotes. Eu lhe manifestei que coincido com os dogmas da Igreja, mas nesse particular tenho uma opinião diferente da que manifestou a conferência dos bispos”, explicou.

“Eu disse a Ñáñez que a Igreja Católica pode fazer todas as declarações sobre o valor do matrimônio heterossexual, mas não tem o direito de pedir à sociedade civil que rechace uma opinião diferente… Alesio manifestou “escuetamente”(?) pontos que são importantes sobre porque se pode aprovar uma lei assim, que pelo lado cristão não contradiz o que prega o Evangelho”, acrescentou Acha.

“Pediu-me adesão aos ensinamentos da Igreja e eu concordo com todos os dogmas católicos, mas há questões que se ensinam na Igreja que são opináveis, que evoluíram e, então, há que se aprofundá-las para dar respostas mais adequadas. Não pode haver um critério único em questões não dogmáticas. Se me perguntarem pela Santíssima Trindade direi: Pai, Filho e Espírito Santo. Mas se dizem que não pode existir amor entre duas pessoas homossexuais, eu digo: errado, pode existir amor”.

Ao contrário de Alesio, Acha negou que Ñáñez tenha imposto alguma sançaõ ou “admoestação”. “O que me pediu o bispo também merece consideração profunda e detalhada. Ele (Ñáñez) aguarda resposta por escrito à sua carta e não me impôs nenhuma sanção. Na conversa que tivemos trocámos pontos de vista, na qual lhe disse que há muitos teólogos e moralistas que pensam o mesmo que eu”, indicou.

A íntrega da matéria em espanhol:

http://www.lavoz.com.ar/ciudadanos/la-iglesia-llamo-al-orden-varios-curas-por-sus-dichos

ENTENDA O CASO MALAWI

31/05/2010

Ban Ki-moon

Ban saúda perdão de casal homossexual condenado no Malaui

30/05/2010

Num discurso ao parlamento do país africano, Ban expressou a esperança de que o Malaui venha a actualizar as suas leis para reflectirem os padrões internacionais

 O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, saudou a corajosa decisão do presidente do Malaui de perdoar um casal homossexual condenado recentemente a 14 anos de prisão.

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Num discurso ao parlamento, no sábado, durante o primeiro dia da sua visita ao país africano, Ban expressou a esperança de que o Malaui venha a actualizar as suas leis para reflectirem os padrões internacionais.

Direitos Fundamentais

Ele afirmou que o mundo nao pode ficar indiferente quando países negam os direitos mais fundamentais aos seus cidadãos, independentemente da sua raça, crença religiosa ou orientação sexual.

O Secretário-Geral disse aos deputados da nação da África Austral que infelizmente alguns estados ainda criminalizam pessoas com base na orientação sexual. Ele sublinhou que tais leis deveriam ser refomadas.

Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanga foram condenados na semana passada por práticas indecentes entre homens, uma decisão criticada pela Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, que descreveu a sentença de altamente discriminatória.

No seu discurso ao parlamento do Malaui, Ban Ki-moon descreveu os quatro elementos chave para promover o desenvolvimento e cumprir as oito Metas do Milénio em África até o prazo de 2015.

Estes incluem a concretização das promessas feitas pelos países ricos, um novo acordo comercial e a implementação da boa governação no continente.

Pobreza

Este domingo, Ban deveria visitar Mwandama, uma chamada aldeia do Milénio onde agências da ONU trabalham com o governo, ONGs e sociedade civil para tentar reduzir a pobreza.

Na segunda-feira, o Secretário-Geral inicia uma visita oficial ao Uganda onde vai participar numa conferência de revisão do Tribunal Penal Internacional, TPI.

CONFIRA: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/180657.html

AINDA MAIS:

da BBC

Casal homossexual libertado no MalawiDois homens homossexuais presos no Malawi mas mais tarde perdoados pelo presidente Bingu wa Mutharika, foram libertados da prisão, de acordo com algumas informações.

Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanga haviam sido condenados a 14 anos de prisão no início do mês depois de terem sido condenados por grave indecência e actos antinaturais.

Eles foram perdoados durante uma visita do secretário-geral da ONU Ban Ki-moon.

Mas um ministro disse à BBC que os homens podem voltar a ser presos se continuarem a sua relação.

O caso gerou condenação internacional e um debate sobre a homossexualidade no país.

Gift Trapence, da organização de direitos Centro para o Desenvolvimento de Pessoas que tem apoiado o casal, disse que eles foram levados às suas vilas separadamente.

“As autoridades prisionais disseram-lhes que tinham recebido instrucções para os conduzir até às suas respectivas casas”, disse Trapence à agência noticiosa AFP.

Mas Patricia Kaliati, a ministra do Malawi para o Género e Crianças, disse que a libertação de Monjeza e Chimbalanga não significa que eles podem continuar a sua relação.

CONFIRA: http://www.bbc.co.uk/portugueseafrica/news/story/2010/05/100530_malawigayreleasedbp.shtml

O AMOR É O ESPÍRITO DE DEUS PRESENTE E VISÍVEL EM CADA UM DE NÓS E NO OUTRO.

29/05/2010
 
GAY CATÓLICO
 
Gay, ou GLBTTTI, é um ser humano com identidade sexual diversa da heterossexual. Esta, a identidade sexual humana dominante e hegemônica. Enquanto espécie é a única diferença.
 
Católico é o humano pertencente à religião cristã universalizada com sede na Santa Sé, o Vaticano. 

Pertinência religiosa é a filiação à uma doutrina de fé no Transcendente Absoluto, Deus.

Jesus de Nazareth, o Cristo é o Filho Unigênito de Deus.

BREVE RETROSPECTO DO BLOG GAY CATÓLICO

No Prólogo tentamos elaborar um panorama da situação dos gays católicos. Triplamente discriminados: pelos gays por serem católicos, pelos católicos por serem gays e pela sociedade heteronormativa. [02]
Contamos apenas um caso em três episódios de como um gay se torna católico a despeito da opressão gerada pela discriminação no meio. [03] , [04] , [05]
Gay nasce gay, mas escolhe ser católico. E escolhe ser católico porque, à exceção da discriminação sofrida por sua orientação sexual, é com a doutrina católica que se identifica, e nenhuma outra responde tão integralmente às suas exigências. A sua “desobediência” será analisada a posteriori. [# in comentários]
Ele entende que há um percurso para – sem perder nada – viver plenamente a sua afetividade e sexualidade. A importância do primeiro encontro, a corte, o namoro, o noivado, e finalmente o casamento que celebra na noite de núpcias. Cada um desses passos tem seu significado sem o qual não compreende a relação com o outro. [09] , [10] , [11] , [12]
Sua religiosidade é isenta de culpa porque acredita em Jesus, quando em Mateus 19, 11-12, revela só a quem é capaz de entender, que desde o ventre materno assim foi formado e que portanto está no Plano de Deus. [13]
Unidos por Deus no casamento, o mistério do Amor  – Deus –  revela-Se na fusão dos cônjuges, na experiência única, real e concreta da ininterrupta Presença do Amor entre ambos, identificando-os um no outro ao ponto de cada um ser dois e os dois… Um.  [14]
E ainda sem deixar de ser, cada um, ele mesmo. É o encontro com o Sagrado que conduz à família homoparental, à educação da prole segundo determinação divina, o envelhecimento na companhia dos seus e finalmente a dignidade da passagem para a Glória do Senhor.  [17]
 

 

PROVÍNCIA DE CÓRDOBA, ARGENTINA

25/05/2010

CÓRDOBA, ARGENTINA – 19 DE MAIO DE 2010

 EM: http://www.lavoz.com.ar/ciudadanos/repudian-la-marcha-contra-el-matrimonio-gay?comunidad=

Sacerdotes cordobeses se expresaron a favor del matrimonio gay y de la adopción

Miembros del grupo Angelelli, encabezado por el padre Nicolás Alessio, dijeron que “no toda la Iglesia está en contra” de los homosexuales. El documento.

Grupo de Sacerdotes Angelelli de Córdoba apoyan la ley de matrimonio

para todas y todos!

*Aporte al debate sobre modificaciones a la ley de matrimonio civil*

*Nicolás Alessio por Grupo Sacerdotes Enrique Angelelli, Córdoba*

*”Dios es amor, el que permanece en el amor, permanece en Dios y Dios

en él”. San Juan. *

*”Dios es espíritu, donde está el Espíritu esta la libertad”. San

Pablo a los Corintio.*

*”Ya no hay diferencia entre judío y griego, esclavo y hombre libre,

entre varón y mujer, porque todos ustedes son uno solo en Cristo

Jesús”. San Pablo a los Gálatas. *

Ante la posibilidad de una ley que permita a personas del mismo sexo

ser “matrimonio” y vivir profundamente el amor y la sexualidad,

entendemos que aprobarla, acompañarla y profundizarla nos pone en el

camino del Evangelio de Jesús. Un Jesús que nos ha revelado el rostro

amoroso de su Dios. No necesariamente ni siempre, la iglesia oficial,

y sus opiniones, coinciden con el Evangelio. Este tema es uno de esos

casos.

Veamos:

– Jesús nunca fijó una doctrina cerrada sobre el matrimonio,

simplemente siguió las costumbres de su época y avanzó en reconocer y

defender, de una manera especial a las mujeres, en un contexto social

machista y patriarcal….

– Jesús jamás condenó ni mencionó la homosexualidad, sí se enfrentó a

los soberbios, a los que se creían puros, a los que tenían el poder

opresor, a los que esclavizaban, a los que humillaban…

– Jesús siempre puso la Ley al servicio de una mayor humanización,

donde el centro sea la persona y, sobre todo, los proscriptos, los

olvidados, los últimos…

– el término “homosexual” no aparece en la literatura sino hasta fines

del siglo XIX, en los tiempos bíblicos no existía una comprensión

elaborada de lo que actualmente entendemos por orientación

sexual…mal se podría condenar la homosexualidad….

– toda la revelación bíblica apunta a centrarnos en el amor, sin

exclusiones de ningún tipo, y con predilección por los marginados, los

proscriptos, los ninguneados, los postergados, los acusados…

– si algunos textos del Antiguo Testamento, parecen condenar la

homosexualidad, en realidad lo que están rechazando, es, o la

idolatría que tal práctica revelaba o, en todo caso, como en el caso

de Sodoma, la falta de hospitalidad, en Ezequiel 16:49-50 por ejemplo,

“Sodoma” es soberbia, gula y no socorrer al pobre y al indigente, es

decir, no tiene nada que ver con un pecado “sexual”. Por otra parte,

esos textos del Antiguo Testamento, jamás se refieren a las lesbianas,

solo hablan de los varones.

– si algunos textos de las cartas apostólicas incluyen en sus listas

de “pecado” a la homosexualidad, es solo para adaptarse a los códigos

morales greco romanos, y en ese sentido recordar el pecado de

idolatría que tales costumbres significaban, o condenar las practicas

de abuso, prepotencia, explotación sexual, sean estas hetero u homo

sexuales, pero de ninguna manera expresan una condena a la

homosexualidad como tal…

– toda la revelación bíblica y con más razón, el Nuevo Testamento, no

es un código de moral, citar textos aislados para condenar la

homosexualidad es un fundamentalismo anacrónico incapaz de entender

los textos en su lugar histórico particular, es usar algunos textos

para justificar los propios prejuicios. Hacer de la Biblia un manual

de moral sexual sería caer en el legalismo judío duramente criticado

por Jesús, la Biblia es la revelación de un Dios que nos quiere ver

libres, gozosos y felices y, que por eso, nos invita a enfrentar a

todo el que oprime, discrimina, rechaza, expulsa, odia, segrega,

separa.

Entendemos la homosexualidad, como una manera distinta, diferente,

diversa, de vivir la sexualidad y el amor, no como una rareza y menos

como una enfermedad. Desde hace 37 años la homosexualidad no se

considera un trastorno psiquiátrico y la Organización de las Naciones

Unidas (ONU) a través de la OMS (Organización Mundial de la Salud) la

eliminó como trastorno mental el 17 de mayo 1990 por considerar, con

criterios científicos, que no correspondía a una patología, sino que

es parte de la diversidad del ser humano.

Quién podría negar que las personas del mismo sexo pueden vivir de

manera, adulta, libre y responsable su sexualidad? Nadie puede, y

menos en nombre de Dios, afirmar que hay una sola manera de vivir la

sexualidad y el amor. La naturaleza, rica en multiplicidad, también

nos enseña que, la diversidad, no atenta contra ella, si no que la

embellece. Citar a la “ley natural” para oponerse a esta legislación

es solo una posición fijista, dura, congelada, de la realidad

pretendida como “natural”, sin entender los complejos procesos

culturales.

Entendemos que un legislador, puede profesar profundamente su fe

cristiana y católica, y, a la vez, con total libertad de conciencia,

pensar, definir y actuar distinto a lo que propone la jerarquía

eclesial. En la Iglesia Católica, no hay un “pensamiento único”, hay

lugar para la diversidad y la pluralidad. Por otra parte, un

legislador, no legisla para la comunidad católica, legisla para toda

la ciudadanía. No debiera ofender ni molestar a nadie, por el

contrario, debiera ser motivo de alegría, que las personas del mismo

sexo, que tradicionalmente han sido objeto de burlas,

discriminaciones, condenas, estigmas, anatemas, prejuicios y obligadas

a vivir en la clandestinidad u ocultando sus más profundos

sentimientos, hoy puedan sentirse libres y amparados por una ley de la

Nación que les reconoce su derecho al amor y a la familia, no como una

concesión de mala gana, si no como un derecho inalienable.

Grupo Sacerdotal Enrique Angelelli

Pbro. Nicolás Alessio

Provincia de Córdoba

Argentina

http://www.lavoz.com.ar/files/Grupo%20de%20Sacerdotes%20apoyan%20la%20ley%20de%20matrimonio%20para%20todas%20y%20todos.pdf

A reportagem do jornal La Voz

Un grupo de 12 sacerdotes de Córdoba pertenecientes al grupo Enrique Angelelli se manifestaron hoy a favor del matrimonio homosexual y de la posibilidad de que una pareja gay pueda adoptar niños, con lo que expresaron sus diferencias con el Episcopado.

En diálogo con Mitre 810, el sacerdote de la parroquia San Cayetano, Nicolás Alessio, aseguró que ellos no sólo están a favor del matrimonio gay, sino que además están convencidos de que una pareja homosexual tiene derecho a la adopción de niños.

En ese sentido, los religiosos plantearon que la necesidad de que haya “matrimonios para todos y todas”.

“Nosotros somos cristianos, católicos y sacerdotes de la Iglesia Católica, pero en este tema estamos opinando en las antípodas de lo que opina el Episcopado. Nosotros estamos a favor de una igualdad de derechos, a favor del matrimonio de la familia de homosexuales, de la familia gay”, consideró Alessio.

En el texto redactado sobre el tema, al que tuvo acceso La Voz, los sacerdotes aseguran que “Jesús nunca fijó una doctrina cerrada sobre el matrimonio”, sino que “simplemente siguió las costumbres de su época y avanzó en reconocer y defender, de una manera especial a las mujeres, en un contexto social machista y patriarcal”.

“Los que no quieren que el matrimonio gay adopte es porque en el fondo consideran que son enfermos, parten de ese prejuicio. Entonces lógico, nadie le daría niños a una pareja de enfermos. Pero si partimos de la base que son personas tan normales como vos y como yo, ¿por qué no van a poder adoptar?”, preguntó Alessio.

Por su parte, organizaciones por la diversidad y los derechos de las personas homosexuales, bisexuales y transgénero repudiaron hoy la marcha realizada ayer por un grupo de cordobeses en oposición al proyecto de ley de matrimonio entre personas del mismo sexo.

“Respetamos la libertad de expresión y de culto, pero nos parece que esto atenta contra las libertades básicas y los derechos humanos universales”, señaló a La Voz Martín de Mauro, de la Multisectorial Justicia por Natalia Gaitán.

“Son sectores que no se han aggiornado, que no saben ver que hay familias que no necesariamente tienen padre y madre, incluso por motivos que no tienen que ver con la identidad de las personas. Son familias heterosexuales que no responden a ese modelo”, agregó Di Mauro.

En contra. Ayer, un grupo de cordobeses marcharon por el centro de la ciudad con varias banderas que llevaban la inscripción “Queremos mamás y papás” (Ver

La agrupación Devenir Diverse también repudió la manifestación. “Esto genera más violencia social, enardeciendo los ánimos de ambos lados, lo que creemos que no ayuda a un debate social distendido”, señalaron sus integrantes a través de un comunicado.

“Marchar con carteles que dicen ‘NO a los caprichos de los pervertidos’, ‘La familia se extingue’ y con figuras de dos varones y dos mujeres tachadas, son un acto de violencia y discriminación que se deben cuestionar cuanto menos”, indicaron.

“Lo más temible es que detrás del discurso de los derechos de los niños se esconden prejuicios sobre las personas que viven su sexualidad de modo diferente a lo que ellos piensan que se corresponde con la ‘ecología humana'”, agregaron.

Acciones. La agrupación convocó a un picnic por la igualdad, que se realizará el próximo domingo a las 17 en la Plaza de la Intendencia.

En tanto, la Multisectorial adelantó que próximamente convocarán a una marcha para apoyar el proyecto de ley de matrimonio entre personas del mismo sexo, que se votará el 14 de julio en el Senado de la Nación.

VEJA COMO A MATÉRIA FOI PUBLICADA EM SITES BRASILEIROS

http://blogdoclaudionascimento.blogspot.com/2010/05/padres-argentinos-saem-em-defesa-do.html

http://mixbrasil.uol.com.br/lifestyle/religiao/padres-argentinos-saem-em-defesa-do-casamento-gay.html

http://mundalternativo.blogspot.com/2010/05/argentina-padres-catolicos-saem-em.html

O ARCEBISPADO DE CÓRDOBA, COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER, POSICIONOU-SE CONTRÁRIO AO DOCUMENTO DO GRUPO SACERDOTAL ENRIQUE ANGELELLI

Comunicado de Prensa de Mons. Carlos Ñañez

El Arzobispo de Córdoba, Mons. Carlos José Ñáñez, pone de manifiesto que la opinión emitida en diversos medios de comunicación social por el Pbro. Nicolás Alessio por grupo sacerdotes Enrique Angelelli Córdoba, en relación al posible matrimonio entre personas del mismo sexo, son exclusivamente a título personal y no representan, de ningún modo, el sentir de la Iglesia Católica.
Aprovecha la ocasión para reafirmar su adhesión plena al magisterio de la Iglesia en relación al matrimonio y la familia, en particular lo manifestado por la Conferencia Episcopal Argentina el pasado 20 de abril (99ª Asamblea Plenaria) y el comunicado de los Obispos de la Provincia de Córdoba sobre el particular, emitido en el día de hoy, con fecha 19 de mayo de 2010.

Gustavo A. Loza
Sec. de prensa
Arzobispado de Córdoba

http://www.episcopado.org/portal/


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