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OBAMA É QUE É O CARA!

10/06/2011

 

 

October 14, 2010|By the CNN Wire Staff 

Obama: Homossexualidade não é escolha

(CNN) – O presidente Obama disse hoje que acredita que a homossexualidade não é uma escolha, mas o resultado de pessoas nascidas com “uma certa composição.”

Seu comentário foi feito durante um evento informal – organizado pela BET Networks da Viacom, CMT e MTV – em que os estudantes fizeram-lhe perguntas.

Perguntado diretamente se pessoas escolhem ser gays ou transgêneros, ou se nascem assim, Obama disse que não era um especialista, e acrescentou em seguida: “Não acho que é uma escolha. Penso que pessoas nascem com uma certa composição”

“Somos todos crianças de Deus,” disse Obama. “Nós não determinamos a quem amar. Por isso acho que discriminação com base em orientação sexual é errado.”

É provável que a posição do Presidente tenha irritado alguns grupos cristãos conservadores que defendem que é pecado e que consequentemente implica em escolha. [Mas nada provam cientificamente…]

http://articles.cnn.com/2010-10-14/politics/obama.homosexuality_1_homosexuality-transgender-people-choice?_s=PM:POLITICS

 

O Gay Católico observa que apesar de declarar não ser um especialista, seguramente Barack Obama tem a melhor assessoria técnica e científica do planeta. Veja em links agregados à carta aberta que o Gay Católico dirigiu à Presidenta Dilma Roussef, a explanação que o Dr. Jerome Goldstein fez no 21º Congresso da Sociedade Européia de Neurobiologia que ocorreu entre 28 e 31 de maio último.

https://gaycatolico.wordpress.com/2011/06/08/presidenta-dilma-roussef/

QUANDO DEUS ILUMINA O HOMEM

16/03/2011

ILUMINADO POR DEUS

 PADRE LUÍS CORRÊA LIMA – UM JESUÍTA DA MELHOR CEPA

 

Diversidade sexual e Igreja, um diálogo possível. Entrevista especial com Luís Corrêa Lima

Ao analisar a forma como a Igreja aborda temas como a diversidade sexual, o padre jesuíta Luís Corrêa Lima disse, na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line, que “nós só podemos saber o que a Palavra de Deus significa para nós hoje, e que implicações ela tem, com um suficiente conhecimento da realidade atual, que inclui a visibilização da população LGBT”. Ele relembra uma carta do Vaticano aos bispos, do ano de 1986, mencionando que “nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna”.

O pesquisador destaca, ainda, uma declaração do PapaBento XVI, dizendo que “o cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva”. Segundo ele, o Papa acrescentou “que é muito importante evidenciarmos isso novamente, porque essa consciência hoje quase desapareceu completamente. É muito bom que um Papa tenha reconhecido isto. Há no cristianismo uma tradição multissecular de insistência na proibição, no pecado, na culpa, na condenação e no medo”.

Corrêa Lima frisa que não cabe “encaminhar os gays a terapias de reversão ou a ‘orações de cura’, que frequentemente são formas escamoteadas de exorcismo. No diálogo ecumênico e inter-religioso da Igreja, recomenda-se conhecer o outro como ele quer ser conhecido, e estimá-lo como ele quer ser estimado. O conhecimento e a estima recíprocos são também o melhor caminho para o diálogo entre a Igreja e o mundo gay”.

E completa: “O grande desafio da diversidade sexual é fazer-se compreender pela sociedade, não como uma ameaça, mas como uma pluralidade existente na condição humana que enriquece o mundo. No fundo, as pessoas querem ser elas mesmas, reconhecidas e aceitas pelos outros”.

Formado em Administração, Filosofia e Teologia, Luís Corrêa Lima também é mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio, onde é professor desde 2004, e doutor em História pela Universidade de Brasília – UnB. É autor de Teologia de Mercado uma visão da economia mundial no tempo em que os economistas eram teólogos (Bauru: EDUSC, 2001).

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Qual é a importância de a Igreja abordar temas como a diversidade sexual, nos dias de hoje?

Luís Corrêa Lima – A diversidade sexual é um dado da realidade. No passado, gays, lésbicas e bissexuais viviam no anonimato ou à margem da sociedade. Escondiam-se em uniões heterossexuais e, quando muito, formavam guetos. Hoje, tornam-se visíveis, fazem imensas paradas, junto com travestis e transexuais, exigem respeito e reconhecimento, e reivindicam direitos.

Para a Igreja, a lei de toda a evangelização é pregar a Palavra de Deus de maneira adaptada à realidade dos povos, como lembra o Concílio Vaticano II (Gaudium et Spes, nº 44). Deve haver um intercâmbio vivo e permanente entre a Igreja e as diversas culturas dos diferentes povos. Para viabilizar este intercâmbio – sobretudo hoje, em que tudo muda tão rapidamente, e os modos de pensar variam tanto – ela necessita da ajuda dos que conhecem bem a realidade atual, sejam eles crentes ou não. O laicato, a hierarquia e os teólogos, prossegue o Concílio, precisam saber ouvir e interpretar as várias linguagens ou sinais do nosso tempo, para avaliá-las adequadamente à luz da Palavra de Deus, de modo que a Revelação divina seja melhor compreendida e apresentada de um modo conveniente.

A correta evangelização, portanto, é uma estrada de duas mãos, do intercâmbio entre a Igreja e as culturas contemporâneas. Nós só podemos saber o que a Palavra de Deus significa para nós hoje, e que implicações ela tem, com um suficiente conhecimento da realidade atual, que inclui a visibilização da população LGBT.

IHU On-Line – Que elementos de discussão a diversidade sexual propõe para setores da sociedade como a família, a igreja e a escola? Quais são os desafios no que se refere à cidadania?

Luís Corrêa Lima – Por muitos séculos, o homoerotismo foi visto no Ocidente como um pecado nefando (que não deve nem ser nomeado) e como um crime gravíssimo que atrai o castigo divino para a sociedade. Igreja e Estado estiveram unidos. Tribunais eclesiásticos julgavam os acusados de “sodomia”, e os culpados eram entregues ao poder civil para serem punidos. Em casos extremos, a punição chegava à pena de morte.

O homoerotismo foi descriminalizado, e a condição homossexual foi despatologizada. Desde o final do século XX, esta condição não é mais considerada doença. Atualmente o Conselho Federal de Psicologia proíbe as terapias de reversão. Ou seja, algumas pessoas são homossexuais e o serão por toda vida. Elas estão em toda parte. Quem não é gay, tem parentes próximos ou distantes que são, bem como vizinhos ou colegas de trabalho que também são, manifesta ou veladamente. Eles compõem a sociedade, visibilizam-se cada vez mais e não aceitam mais serem tratados como doentes ou criaturas abomináveis. Querem ser cidadãos plenos, com os mesmos direitos e deveres dos demais.

IHU On-Line – O que a fé cristã, na sua opinião, tem a dizer sobre a diversidade sexual?

Luís Corrêa Lima – O mais importante é algo que foi dito numa carta do Vaticano aos bispos, em 1986: nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna. E acrescenta que toda violência física ou verbal contra é deplorável, merecendo a condenação dos pastores da Igreja onde quer que se verifiquem. A oposição doutrinária que possa haver às práticas homoeróticas não elimina esta dignidade fundamental do ser humano. Deus criou a todos. O Cristo veio para todos e oferece o seu jugo leve e o seu fardo suave. Cabe a nós, com fidelidade criativa, conhecermos e darmos a conhecer estes dons divinos.

IHU On-Line – Como a Igreja, a partir da fé e das ciências, pode dialogar com a diversidade sexual?

Luís Corrêa Lima – Certa vez o PapaBentoXVI afirmou que o cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva. E acrescentou que é muito importante evidenciarmos isso novamente, porque essa consciência hoje quase desapareceu completamente. É muito bom que um Papa tenha reconhecido isto. Há no cristianismo uma tradição multissecular de insistência na proibição, no pecado, na culpa, na condenação e no medo. O historiador Jean Delumeau fala de uma “pastoral do medo”, que com veemência culpabiliza e a ameaça de condenação para obter a conversão. Isto não se deu somente no passado distante. Também no presente, alguns interpretam a doutrina da maneira mais restritiva e condenatória possíveis, com obsessão pelo pecado, sobretudo ligado a sexo.

Sem a obsessão pelo pecado, o caminho do diálogo se abre. É preciso também respeitar a autonomia das ciências e da sociedade, como determina o Concílio. Não cabe hoje encaminhar os gays a terapias de reversão ou a “orações de cura”, que frequentemente são formas escamoteadas de exorcismo. No diálogo ecumênico e inter-religioso da Igreja, recomenda-se conhecer o outro como ele quer ser conhecido, e estimá-lo como ele quer ser estimado. O conhecimento e a estima recíprocos são também o melhor caminho para o diálogo entre a Igreja e o mundo gay.

IHU On-Line – A Igreja, no Brasil, tem, por meio de publicações, cursos, seminários, proposto o diálogo sobre a diversidade sexual. O que isso significa? Há aí um interesse legítimo dos diversos membros da Igreja, ou esta é uma necessidade da Igreja de se inserir em um novo contexto contemporâneo, em que gays e lésbicas ganham mais espaço? Como interpreta a posição da Igreja nesse contexto?

Luís Corrêa Lima – Constata-se que há no Brasil várias publicações, e de qualidade, sobre diversidade sexual feitas por religiosos ou por editoras católicas. Também há cursos e mesas redondas. Pode-se notar que o interesse é crescente, afinal o contexto da sociedade é inevitável. Em vários ambientes católicos, sejam paróquias, escolas ou centros de pastoral, pode-se tratar do assunto com liberdade. De um modo geral, as eventuais resistências não são barreiras intransponíveis.

IHU On-Line – Os homossexuais já conquistaram o direito de manterem uma união estável no Brasil. Como avalia a luta pela cidadania religiosa no Brasil?

Luís Corrêa Lima – Na verdade, há decisões judiciais que favorecem os conviventes homoafetivos, bem como normas de instituições públicas e privadas no mesmo sentido. Casais homossexuais podem obter em cartório um documento declaratório de convivência homoafetiva. Recentemente o Imposto de Renda e os planos de saúde contemplam estes casais com os mesmos direitos dos casais heterossexuais em união estável. Sobre a cidadania religiosa, nos ambientes religiosos católicos, de um modo geral, muitos gays estão presentes mas não manifestam a sua condição para evitar discriminação. É algo semelhante à escola e ao mundo do trabalho.

IHU On-Line – O que podemos entender por diversidade sexual? Quais os principais desafios da diversidade sexual?

Luís Corrêa Lima – A visibilização dos homossexuais, e a sua organização como movimento social, já usou diversas siglas: Gay (termo anterior a homossexual, que evoca alegria e autoestima), MHB (Movimento Homossexual Brasileiro), HSH (Homens que fazem sexo com homens – sigla ainda utilizada em saúde pública), GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes – sigla adotada pelo mercado) e LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), a mais recente. Há tendências de se acrescentar o ‘I’, de intersexual, para os hermafroditas. O termo diversidade sexual é uma maneira de englobar esta crescente pluralidade, embora com imprecisão.

O grande desafio da diversidade sexual é fazer-se compreender pela sociedade, não como uma ameaça, mas como uma pluralidade existente na condição humana que enriquece o mundo. No fundo, as pessoas querem ser elas mesmas, reconhecidas e aceitas pelos outros.

IHU On-Line – Como o senhor avalia o posicionamento da Igreja em relação à diversidade sexual na sociedade contemporânea?

Luís Corrêa Lima – A Igreja, antes de tudo, está alicerçada na milenar tradição judaico-cristã, ao mesmo tempo em que está presente em diversas partes do mundo, interagindo com a cultura ocidental moderna e com culturas não ocidentais. No judaísmo antigo, acreditava-se que o homem e a mulher foram criados um para o outro, para se unirem e procriarem. O homoerotismo era considerado uma abominação. Israel devia se distinguir das outras nações de várias maneiras, inclusive pela proibição do homoerotismo. A Igreja herdou esta visão antropológica com sua interdição.

Alguns conteúdos doutrinais mudam ao longo dos séculos, como é o caso da legitimidade da escravidão e da proibição do empréstimo a juros. Isto mostra que eles não comprometem o núcleo da fé. Outros conteúdos também podem mudar, mas não há como prever. De qualquer maneira, a consciência individual tem um peso decisivo em questões complexas como esta. Este papel não deve ser omitido ou subestimado. O Concílio reconheceu o direito de a pessoa agir segundo a norma reta da sua consciência, e o dever de não agir contra ela. Nela está o “sacrário da pessoa”, onde Deus está presente e se manifesta. A fidelidade à consciência une os cristãos e os outros homens no dever de buscar a verdade, e de nela resolver os problemas morais que surgem na vida individual e social (Gaudium et Spes, nº 16). Nenhuma palavra externa substitui o juízo e a reflexão da própria consciência.

IHU On-Line – Entre os evangélicos também há discordância em relação à homossexualidade. Entretanto, qual sua opinião sobre a Igreja Cristã Contemporânea, coordenada pelo casal de pastores homossexuais Fábio Inácio de Souza e Marcos Gladstone?

Luís Corrêa Lima – Entre os evangélicos, a oposição à homossexualidade em geral é mais intensa, com práticas frequentes de exorcismo para expulsar o demônio que supostamente toma conta da pessoa. Os que continuam a cometer atos homossexuais são muitas vezes expulsos de suas igrejas, ou sofrem um assédio moral devastador que os faz sair. Como o mundo protestante é fragmentado em diversas denominações, gays evangélicos fundaram igrejas inclusivas para acolherem crentes repelidos por suas igrejas de origem.

As igrejas inclusivas nasceram nos Estados Unidos, na ampla constelação do movimento gay. A Igreja Cristã Contemporânea é um rebento brasileiro com notável difusão no Rio de Janeiro. Os pastores Fábio e Marcos protagonizaram o primeiro casamento público entre dois pastores gays, com grande repercussão na mídia, muita simpatia da militância LGBT e forte execração dos evangélicos tradicionais.

IHU On-Line – Quais são, no seu entendimento, as razões que dificultam o consentimento das religiões aos homossexuais?

Luís Corrêa Lima – As grandes religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo – enraízam-se em tradições milenares consignadas em textos sagrados antigos, situados em horizontes socioculturais bem diferentes do nosso. Estas religiões se vincularam a uma suposta heterossexualidade universal, expressa no imperativo “crescei-vos e multiplicai-vos’” do livro de Gênesis. Por outro lado, há religiões de matrizes africanas que aceitam os gays. Na verdade, a heterossexualidade não é universal, nem na espécie humana, nem entre os animais. No mundo animal, já se conhecem atualmente mais de 450 espécies com indivíduos homossexuais.

Certa vez um rabino disse que a tradição não é um bastão de uma corrida de revezamento. O bastão é sempre mesmo, passando de mão em mão. A imagem correta da tradição é uma casa em que vivem sucessivas gerações. Cada uma delas pode dar o seu toque peculiar e até fazer reformas internas. Mas a casa é sempre reconhecível por quem passa na rua. Assim é a tradição: um legado vivo, constantemente enriquecido para ser fiel a si mesmo. O teólogo Yvez Congar afirmou que a única maneira de se dizer a mesma em um contexto que mudou, é dizê-la de modo diferente. A mensagem cristã precisa se reinventar sempre se quiser ser Boa Nova.

IHU On-Line – As uniões homoafetivas representam uma ameaça à tradição?

Luís Corrêa Lima – Não, pelo contrário. A união entre o homem e a mulher conserva seu valor e função social, e permanece como sinal bíblico do amor entre o Senhor e o seu povo eleito, e do amor entre Cristo e a Igreja. As uniões homoafetivas não ameaçam as uniões heterossexuais, pois estes não são gays enrustidos prestes a debandarem diante da possibilidade de união homossexual. E nem os gays têm obrigação de se “curarem” e de se casarem com pessoas de outro sexo. Até porque, para o direito eclesiástico, este casamento é nulo. Uniões gays e uniões heterossexuais são de naturezas distintas e não concorrem entre si.

Um documento do Vaticano de 2003, sobre o reconhecimento civil da união entre pessoas do mesmo sexo, fez severa oposição à equiparação ou equivalência desta forma de união àquela entre homem e mulher. No entanto, ele afirma que, mesmo assim, podem-se reconhecer direitos decorrentes da convivência homossexual. Este é um passo muito importante. Se não houver nenhum reconhecimento social ou proteção legal às uniões gays, o preconceito homofóbico difuso na sociedade vai pressionar os gays a contraírem uniões heterossexuais. O que já acontece há séculos continuará acontecendo. É lastimável, pois isto traz enorme sofrimento a muitas pessoas.

IHU On-Line – O que deve fazer parte de uma reflexão moral sobre o amor homossexual?

Luís Corrêa Lima – Antes de tudo, a vocação fundamental do ser humano é amar e ser amado. O amor é a plenitude da lei e da vida em Cristo. E o próprio Cristo ensina que a lei foi feita para o homem, e não o homem para a lei. Para a reflexão moral, convém escutar a Palavra de Deus e buscar uma teologia que supere a leitura ao pé da letra; e que leve em conta a Tradição, o ensinamento da Igreja, os sinais dos tempos e os saberes seculares.

A moral não deve se limitar ao ideal, mas deve estar atenta ao possível, à situação em que cada um se encontra e aos passos que pode dar. O papa tratou recentemente do uso da camisinha, e afirmou que em algumas circunstâncias ele representa o primeiro passo para uma humanização da sexualidade. É preciso buscar sempre os caminhos de humanização.

IHU On-Line – Deseja acrescentar algo?

Luís Corrêa Lima – Sim. Jesus afirmou que há eunucos de nascença, eunucos feitos pelos homens e eunucos que assim se fizeram pelo Reino dos Céus (Mt 19,12). Esta frase, um tanto estranha, tem um sentido literal e um sentido não literal. No caso de eunucos feitos pelos homens, trata-se de castração. No caso de eunucos pelo Reino dos Céus, trata-se do próprio Jesus e dos que renunciaram ao casamento para se dedicarem inteiramente à obra de Deus. Não há propriamente castração. E quem são os “eunucos de nascença”? Para os primeiros leitores do Evangelho, talvez fossem pessoas com um defeito físico que impossibilita o casamento. Mas para nós, hoje, é indispensável considerar aqueles que por natureza, em razão de sua libido, não se destinam ao casamento tradicional. São os gays. Eles têm seu lugar no plano divino. E também devem tê-lo na sociedade e na Igreja.

http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=40699

A REVOLUÇÃO CATÓLICA DE OLHO NO FUTURO

09/02/2011

140 teólogos católicos alemães, austríacos e suíços pedem aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo

 
France Presse

BERLIM, 4 Fev 2011 (AFP) -Mais de 140 teólogos católicos alemães, austríacos e suíços pediram reformas na Igreja Católica que, entre outras coisas, permitam o casamento dos padres, informa o jornal alemão Süddeutsche Zeitung.
No documento, que tem como título “Igreja 2011: a imprescindível renovação”, aberto para consultas no site do jornal, os 143 teólogos, em sua maioria professores de universidades de língua germânica, também pedem ao Vaticano que autorize a entrada de mulheres na vida sacerdotal e aceite os casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

O Papa Bento XVI tem viagem programada à Alemanha, seu país natal, em setembro.
Antes de se tornar Sumo Pontífice, Bento XVI, então apenas o téologo alemão Joseph Ratzinger, examinou a possibilidade de autorização do casamento dos padres, informou em 27 de janeiro o Süddeutsche Zeitung.
Ratzinger integrou um grupo de nove teólogos alemães que apresentou um memorando em fevereiro de 1970 aos bispos da Alemanha para pedir uma análise da necessidade do celibato obrigatório dos padres, segundo o jornal.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/02/teologos-catolicos-pedem-permissao-de-casamento-para-os-padres.html

http://www.sueddeutsche.de/politik/memorandum-der-theologen-kirche-ein-notwendiger-aufbruch-1.1055197

O trecho no original alemão:

4. Gewissensfreiheit: Der Respekt vor dem individuellen Gewissen bedeutet, Vertrauen in die Entscheidungs- und Verantwortungsfähigkeit der Menschen zu setzen. Diese Fähigkeit zu unterstützen, ist auch Aufgabe der Kirche; sie darf aber nicht in Bevormundung umschlagen. Damit ernst zu machen, betrifft besonders den Bereich persönlicher Lebensentscheidungen und individueller Lebensformen. Die kirchliche Hochschätzung der Ehe und der ehelosen Lebensform steht außer Frage. Aber sie gebietet nicht, Menschen auszuschließen, die Liebe, Treue und gegenseitige Sorge in einer gleichgeschlechtlichen Partnerschaft oder als wiederverheiratete Geschiedene verantwortlich leben.

TEOLOGIA ESFÉRICA I

24/08/2010

 

POR UMA TEOLOGIA PARA O PRESENTE E FUTURO

Até a Idade Média, o homem comum olhava para cima, via no céu o Sol, a Lua e as estrelas. Via o Sol e a Lua como discos achatados por falta de ciência e analogamente, embora os intelectuais desde a Grécia Antiga já especulassem sobre a esfericidade da Terra, o senso comum a dava como plana.

Foi com este conhecimento que a teologia foi pensada e dessa forma cristalizada. Também nada se sabia sobre os limites da Terra. Não estava sob a sua ótica a possibilidade de que um dia a humanidade a ocuparia inteiramente e que nela chegar-se-ia ao ponto de lotação máxima permitida. Noção que só recentemente tem sido aceita. Daí hoje, a expansão do conceito de “pegada ecológica”

Até Abraão, patriarca judeu, o politeísmo era o modo com que o homem se relacionava com o transcendente, a exceção do próprio povo judeu na tradição de Noé. As civilizações eram então, politeístas e dominavam a Terra. Não existia nelas a cultura das relações heterossexuais como norma prioritária.

O povo judeu, população minoritária, precisava então aumentar em número para fazer frente ao domínio dos povos circunvizinhos.

A lógica da teologia judaica admitia, por razoabilidade, que houvesse um deus superior aos outros. Os próprios politeístas reconheciam entre seus deuses, um que suplantava os outros, ao qual estes em última instância, estavam sujeitos.

Era natural para os judeus que, por força dessa razão, os deuses subordinados simplesmente não existissem. Pode-se deduzir que todos eles estariam incorporados no Único, Yahweh.

Com a vitória da liderança de Moisés sobre os egípcios, um código se fez necessário para que a independência dos judeus se solidificasse. Moisés* então, estabeleceu o Pentateuco, a partir do Decálogo.

No Gênesis, a ordem da criação do unverso tão surpreendemente inspirada, descrição figurativa de há milênios que se pode corroborar científicamente, culmina com a criação do primeiro homem, Adão. Logicamente também figura de linguagem. Pode-se tomar Adão como tendo sido o primeiro homem monoteísta, ou o primeiro dotado de inteligência transcendente. O primeiro a acreditar num Criador e Único. Que também pode ser entendido como o primeiro a reconhecer a si mesmo conscientemente.

Como urgia que os hebreus expandissem em número, a procriação não poderia deixar de ter foco fundamental. Assim, instou-se que as relações sexuais que desprezavam a procriação seriam consideradas inaceitáveis. E esse conceito de sexualidade perdurou por milênios, até que…

* Conjuntos de escritos atribuídos a vários autores

DOUTRINA 5

01/07/2010

NA FRONTEIRA ENTRE O CONHECIDO E O MISTÉRIO

http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap100303.html

 

DIÁLOGO ENTRE UNS E OUTROS

Uns     – Então, por quê Deus construiu homossexuais e não assexuados, já que a intenção seria dar sustentabilidade ao planeta quando este lotasse?

Outros – Porque a assexualidade já era atributo dos anjos, já estava criada. Também para que os homossexuais não se fizessem iguais aos anjos. E para que os homossexuais fortalecidos pela não exigência da cópula não dominassem os heterossexuais, e ainda para que os homossexuais experimentassem as mesmas dificuldades dos héteros. As mesmas paixões, as mesmas vicissitudes, as mesmas virtudes.

Uns      – A homossexualidade é “intrinsecamente desordenada”.

Outros – É intrínseca mas não desordenada porque é criação de Deus.

Uns      – É contrária à lei natural.

Outros – A lei natural afirma o contrário.

Uns      – Os homossexuais são chamados à abstinência sexual porque os atos homosssexuais “fecham o acto sexual ao dom da vida”.

Outros – O dom da vida é no espírito.

Uns      – Não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual.

Outros – A verdadeira complementaridade afetiva sexual só depende do Amor.

Uns      – As pessoas homossexuais são chamadas à castidade.

Outros – Assim também as heterossexuais, porque não pode haver ato impuro na Presença de Deus.

Uns      – A Igreja não ministra o sacramento do matrimônio aos homossexuais.

Outros – O que o Amor uniu o homem não separa.

Uns      – O Catecismo da Igreja Católica é claro nos ítens 2357, 2358 e 2359. Contrariá-lo é desobediência.

Outros – Nesses ítens o Catecismo Católico falhou tragicamente, com implicações não menos trágicas. Homofobia, suicídios, homicídios, desespero da salvação, afastamento da Igreja, perda da fé em Deus. Não se obedece uma indicação que leva ao Mal. A obediência que se deve é ao Bem, a Caridade, a Verdade e ao Amor.

Uns      – Por quê o Magistério indicou os ítens?

Outros – Porque interpretou as palavras da Sagrada Escritura com leitura humana e não divina.

Uns      – Tantos homens e mulheres homossexuais entraram para o serviço religioso da Igreja para obedecer a esse ensinamento.

Outros – Porque o preconceito deles e dos outros inibiu-lhes a coragem de acreditar antes no próprio coração e entregaram essa decisão aos seus mestres.

Uns      – Como poderiam acreditar no que dizia o próprio coração se a maioria dizia o contrário?

Outros – Ignoraram a Lei Moral Natural que Deus depositou no coração de CADA UM.

DOUTRINA 4

28/06/2010

TERRA. UMA BOLA FECHADA E LIMITADA

O fato incontestável de que a Terra lotou significa que a procriação humana está adentrando um novo paradigma. A sexualidade enquanto procriação biológica passa a assumir, teologicamente, a retaguarda da outra mais importante e real perspectiva do Plano de Deus, que se encontra na Lei Moral Natural desde a sua fundação. A Procriação no Espírito.

Um compromisso que não nega, antes confirma mais uma vez as Sagradas Escrituras, porque eterna. Num salto qualitativo.

Mas a biologia humana não pode ser alterada em poucos séculos, o que quer dizer que a transformação do impulso natural à cópula demandará mais tempo que alguns séculos. E essa transformação só poderá ocorrer lentamente através de dezenas de gerações. E a cada geração um passo.

O passo hodierno é o início do processo, onde a heterossexualidade passa à função de manutenção da população de corpos e a homossexualidade, sem excluir os heterossexuais, adquire a função de procriar exclusivamente no espírito. A gama de variações da bissexualidade, que se poderia chamar de diversidade bissexual, assume a transição.

O conceito de diversidade bissexual é fácil de se apreender. Vai do absoluto bissexual – 50% de bissexualidade – tendendo para o zero percentual, onde começa a heterossexualidade de um lado e a homossexualidade do outro.

Do mesmo modo que a velha economia de Moisés, dos profetas e reis, cedeu lugar à nova economia de Jesus; o geocentrismo foi substituído pelo heliocentrismo e o criacionismo pelo evolucionismo. Assim também na ecologia, a emergente noção de pegada ecológica trará o entendimento de que a procriação biológica cede lugar à procriação no espírito, obviamente sem negar a primeira. Isso implicará um novo conceito de família, que o proprio Jesus já havia antecipado há dois mil anos. [Lucas 8, 19-21]

Portanto, a homossexualidade, uma especial reserva biológica instituída por Deus desde a criação do homem, só hoje aflora à superfície como um campo de flores germinadas de sementes adormecidas. Campos ralos nos seus primórdios medrou lentamente ao longo de milênios e hoje, neste seu momento próprio e de urgência ecológica surge à vista de todos, em todo o mundo.

A homofobia é o temor de que esse campo florido cresça ao ponto de não deixar espaço para a heterossexualidade. Um temor de quem tem pouca fé. Como poderia Deus permitir isso? Como poderiam esses campos floridos continuar a enfeitar os campos do Senhor não fossem as árvores frutíferas da heterossexualidade?

Porque as sementes daqueles campos são geradas nas flores dessas árvores, assim como as sementes dos heterossexuais são geradas nos seus frutos. E ambas as sementes germinam na Terra. A Árvore da Vida é assim pródiga. E essa não é a Árvore do Bem e do Mal, ao contrário.

A Árvore da Vida foi diligentemente cultivada por Jesus.

SOB O OLHAR DO CRISTO REDENTOR

26/06/2010

VÍTIMAS DE EXPIAÇÃO EM RITOS PROPICIATÓRIOS

Desde sempre as religiões politeístas ou não mantiveram seus altares para seus ritos propiciatórios onde imolavam as vítimas de expiação. Queriam com isso “agradar a Deus” expiando seus próprios pecados através da oferta ao divino de um dos escolhidos dentro ou fora do seu povo, para que seus deuses lhes fossem propícios em suas colheitas, nos campos de batalhas de conquistas, na fertilização de seu povo. Os sacerdotes que presidiam tais ritos eram financiados pelos maiores interessados: os governos, os ricos e toda sorte de gananciosos por riqueza e poder.

Imolaram homens, mulheres, crianças e animais. Imolaram os seus e o dos outros, libertos e escravos, brancos, índios, negros, amarelos e vermelhos.

Até que Deus horrorizado com os acontecimentos, Ele mesmo, usou o seu próprio filho como a última das vítimas de expiação da humanidade. Jesus de Nazareth, que deu origem à cristandade.

Mas a cristandade, das religiões a mais chamada a acabar com esses rituais sangrentos não acreditou naquele sacrifício, que deveria ter sido o último.

E desde então, buscou uma forma de enganar a si mesma e a Deus, e continuou sacrificando, fazendo uso de altares outros e carrascos gentios, e continuou imolando gente até os dias de hoje.

E hoje essas vítimas de expiação são os homossexuais e a ordem para imolar está aqui, no ítem 2357 desta página:

http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p3s2cap2_2196-2557_po.html

Ordem que que tem sido seguida por todas as filiações cristãs à exceção de uma parca minoria que finalmente entendeu o Sacrifício da Paixão de Cristo.

Entretanto, o povo está acordando para o pecado imperdoável das igrejas e vem exigindo que seus juízes, mais inspirados que os sacerdotes, tomem a iniciativa de acabar com essa prática hedionda, já que seus sacerdotes se recusam. Mas os viciados em sacrifícios não descansarão até imolar a última vítima dos seus estoques que agora só restam armazenados: os mais raros do ocidente, os negros homossexuais da África e os homossexuais do mundo islâmico.

Nesta quarta semana de junho de 2010 outro rito propiciatório levado a cabo por um grupo de infiéis, inspirados na Carta de Identificação de Vítimas Expiatórias para Ritos de Propiciação acima mencionada, aconteceu no Rio de Janeiro, Brasil.

Que Sua Santidade o Papa, do mais alto da sua divina inspiração, da sua santa inteligência, da sua máxima caridade resolva que se apague essa mancha negra e purulenta da Doutrina Cristã. Que seja o exemplo definitivo e a prova cabal de que o SACRIFÍCIO PELO SEU PRÓPRIO PAI OFERECIDO, DE JESUS DE NAZARETH, O CRISTO DE DEUS, foi finalmente aceito pelos homens.

Então, os mártires se alegrarão junto com o SENHOR, na terra como no céu.

DOUTRINA 2

23/06/2010

A TERRA JÁ LOTOU COMO QUIS DEUS QUANDO DISSE: “SEDE FECUNDOS, MULTIPLICAI-VOS, ENCHEI A TERRA E SUBMETEI-A” Gn 1, 28
A Bíblia como vimos é legítima. É então, a Palavra de Deus. Sendo a palavra de Deus, é eterna. E sendo eterna é fundamental que se admita como será lida no futuro longínquo.

A Bíblia tem sido lida e interpretada através de fatos e ensinamentos morais. Mas ela é mais que isso. A Bíblia é o espelho do homem criação de Deus. Deus a “escreveu” como vimos no post anterior, para que o homem tomasse conhecimento de que fôra criado à Sua semelhança e assim pudesse reconhecer a Deus e a si mesmo.

A Bíblia, e isso já se tem como certo pela maioria dos teólogos, não pode ser lida literalmente. Porque sendo Palavra de Deus, é eterna. Foi escrita para ser entendida pelo homem do presente e do futuro.

Deus é o Criador de tudo para os que Nele crêem.

Tendo Deus criado, construído o homem, construiu-o À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA e para povoar a Terra, e o fez de modo que se reproduzisse até que toda a Terra fosse tomada. Deus portanto, não ordenou que o homem procriasse, mas sim constituido para essa tarefa. Fêz o homem fértil e não só capaz de gerar novos indivíduos, mas introduziu nele um apelo ao qual seu corpo sequer pudesse recusar-se. O apelo à cópula.

Seguramente considerou que um dia a Terra estaria plena de habitantes. E que esse fato aconteceria antes que o homem pudesse alcançar outros mundos para habitar. Por isso Deus fez o homem para povoar a Terra e não o Universo. Não o proibiu de povoar o Universo, mas foi feito para povoar a Terra. Uma bola fechada e limitada. Com recursos consequentemente limitados por Ele.

E determinou, agora sim uma ordem, que o homem O amasse sobre todas as coisas, inclusive sobre a si mesmo. Seu primeiro mandamento. Uma lógica que ultrapassa qualquer razão.

A procriação humana, à Sua imagem e semelhança, até que a Terra fosse totalmente ocupada dar-se-ia no corpo de modo prioritário mas não único porque acompanhada da criação no espírito. Uma vez alcançada a lotação da Terra, a procriação no espírito, muitas vezes negligenciada pelo homem, passaria à primazia. Assim completar-se-ia o Seu propósito, o Seu Plano de Criação do homem à Sua imagem e semelhança em espírito. Porque Deus é Espírito.

Já hoje, início do século XXI da Era Cristã, o homem consome a Terra uma vez e meia do que ela pode produzir. A Terra lotou de gente.

Veja em
http://www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/page/world_footprint/

 

DOUTRINA 1

22/06/2010

 AS SAGRADAS ESCRITURAS

A história de importantes e extraordinários acontecimentos no mundo e entre os homens, de há milhares de anos atrás, foi sendo transtimitida oralmente e sendo registrada nos meios disponíveis por aqueles que dominavam a escrita. Esses registros, selecionados pelos sábios dominantes entre os registros que resistiam ao tempo, ao que se sabe chegaram até o início desta chamada Era Cristã e eram cultivados pelos povos que viviam ao longo do Rio Jordão, no Oriente Médio. Conhecidos como as Sagradas Escrituras do povo hebreu, resultaram de uma seleção por milênios e definidos como legítimos e verdadeiros. Hoje são conhecidos pelos cristãos como o Velho Testamento, que relatam a história da manifestação divina entre os homens, em particular entre o povo hebreu.

Do mesmo modo, outro acontecimento importante no mundo e entre os homens, há cerca de dois mil anos atrás, também foi sendo transmitido oralmente e sendo relatado por escrito, por aqueles que se supõe terem participado diretamente no episódio. Também, do mesmo modo que o Velho Testamento, os sábios das comunidades que admitiam como legítimo e verdadeiro esse acontecimento, cultivaram esses documentos e selecionaram ao longo dos séculos, compenetrados de temor e amor, os textos que consideraram como os autênticos relatos dessa história que denominaram de Novo Testamento.

O Novo Testamento relata a história daquele que os chamados cristãos reconhecem como a encarnação do Filho de Deus, o Cristo, e, contém o testemunho de alguns de seus seguidores que divulgaram a doutrina de Cristo, o Evangelho.

Num determinado momento da história das civilizações, o Novo Testamento adquiriu sua forma atual. São vinte e sete livros que possuem a unanimidade do cristianismo.

Passaram por um crivo de tal ordem que a menos que ocorram novas e improváveis descobertas arquelógicas, são todos dados como genuínos, fiéis e absolutamente confiáveis.

Assim as Sagradas Escrituras, compostas do Velho e do Novo Testamento, também chamadas Bíblia, formam o extrato escrito que estabelece a relação entre os homens e Deus. No mundo dos adeptos de Cristo. A Cristandade.

Alguma história da Bíblia em

http://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%ADblia


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