Posts Tagged ‘CASAMENTO’

TI SPOSERÒ – E VIVA ITALIA!

07/05/2012

PREMIO NOBEL 2010 Mario Vargas Llosa e a Homofobia

08/04/2012

Não serei eu quem irá apresentar Mario Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura de 2010. Pesquisem, descubram quem é.

Ele escreveu um artigo no jornal espanhol El País, “La caza del gay”. Não se pode traduzir esse artigo, tem que ser lido atentamente em espanhol com a ajuda do que for necessário, mas sempre sem largar o original. O link para a íntegra é este:

http://elpais.com/elpais/2012/04/04/opinion/1333540547_113226.html

Entre tantas coisas que ele diz e que nos fazem chorar, bem poderiam ter sido ditas pelo nosso Chico Buarque de Hollanda. Mas o nosso Chico demora em dizer…

“Lo más fácil y lo más hipócrita en este asunto es atribuir la muerte de Daniel Zamudio sólo a cuatro bellacos pobres diablos que se llaman neonazis sin probablemente saber siquiera qué es ni qué fue el nazismo. Ellos no son más que la avanzadilla más cruda y repelente de una cultura de antigua tradición que presenta al gay y a la lesbiana como enfermos o depravados que deben ser tenidos a una distancia preventiva de los seres normales porque corrompen al cuerpo social sano y lo inducen a pecar y a desintegrarse moral y físicamente en prácticas perversas y nefandas.

Esta idea del homosexualismo se enseña en las escuelas, se contagia en el seno de las familias, se predica en los púlpitos, se difunde en los medios de comunicación, aparece en los discursos de políticos, en los programas de radio y televisión y en las comedias teatrales donde el marica y la tortillera son siempre personajes grotescos, anómalos, ridículos y peligrosos, merecedores del desprecio y el rechazo de los seres decentes, normales y corrientes. El gay es, siempre, “el otro”, el que nos niega, asusta y fascina al mismo tiempo, como la mirada de la cobra mortífera al pajarillo inocente.”

“… los crímenes derivados de la homofobia que se hacen públicos son seguramente sólo una mínima parte de los que en verdad se cometen. Y, en muchos casos, las propias familias de las víctimas prefieren echar un velo de silencio sobre ellos, para evitar el deshonor y la vergüenza.”

“Liberar a América Latina de esa tara inveterada que son el machismo y la homofobia —las dos caras de una misma moneda— será largo, difícil y probablemente el camino hacia esa liberación quedará regado de muchas otras víctimas semejantes al desdichado Daniel Zamudio. El asunto no es político, sino religioso y cultural. Fuimos educados desde tiempos inmemoriales en la peregrina idea de que hay una ortodoxia sexual de la que sólo se apartan los pervertidos y los locos y enfermos, y hemos venido transmitiendo ese disparate aberrante a nuestros hijos, nietos y bisnietos, ayudados por los dogmas de la religión y los códigos morales y costumbres entronizados. Tenemos miedo al sexo y nos cuesta aceptar que en ese incierto dominio hay opciones diversas y variantes que deben ser aceptadas como manifestaciones de la rica diversidad humana. Y que en este aspecto de la condición de hombres y mujeres también la libertad debe reinar, permitiendo que, en la vida sexual, cada cual elija su conducta y vocación sin otra limitación que el respeto y la aquiescencia del prójimo.”

“Se ha avanzado mucho en la lucha contra el racismo, sin duda, aunque sin extirparlo del todo. Hoy, por lo menos, se sabe que no se debe discriminar al negro, al amarillo, al judío, al cholo, al indio, y, en todo caso, que es de muy mal gusto proclamarse racista.

No hay tal cosa aún cuando se trata de gays, lesbianas y transexuales, a ellos se los puede despreciar y maltratar impunemente. Ellos son la demostración más elocuente de lo lejos que está todavía buena parte del mundo de la verdadera civilización.”

Diga Chico.

A FORÇA GAY!

08/05/2011

UMA SOCIEDADE DECENTE É UMA SOCIEDADE QUE NÃO HUMILHA SEUS INTEGRANTES

Ministra Ellen Gracie – Supremo Tribunal Federal do Brasil em 5 de maio de 2011 

contribuição do nosso amigo amado Dudu, dA Força Gay! e LGBT Brasil, comunidades do Orkut

EUA – PESQUISA BOMBÁSTICA!

07/04/2011

Do Public Religion Research Institute – Washington, DC 20036

 

 

Relatório – Atitude católica sobre gays e lésbicas: um retrato abrangente da recente pesquisa

 

 

Os católicos são mais favoráveis ​​aos reconhecimentos jurídicos de pessoas do mesmo sexo do que os membros de qualquer outra tradição cristã e os americanos em geral.

Aproximadamente 75% dos católicos são a favor da permissão do casamento entre pessoas do mesmo sexo (43%) ou da união civil (31%). Somente 22% dos católicos são contrários ao reconhecimento legal das uniões homossexuais.

Quando o casamento homossexual é definido explicitamente como um casamento civil, o apoio é dramaticamente mais alto entre os católicos.

Se o casamento para casais gays é definido como casamento civil “como o que se realiza em cartório”, o apoio católico para a modalidade aumente 28%, de 43% para 71%. O mesmo padrão existe na população em geral, mas entre católicos é mais pronunciado.

Sob o tema do casamento homossexual, o apoio católico às lésbicas e aos gays é forte e ligeiramente maior que o do público em geral.

Aproximadamente três quartos (73%) dos católicos apoiam leis que protejam gays e lésbicas contra a discriminação em ambiente de trabalho; 63% dos católicos apoiam gays e lésbicas assumidos no serviço militar; e 6 em 10 (60%) dos católicos são a favor da adoção de crianças por casais homossexuais.

Comparado com o público em geral que vai à igreja, os católicos são muito menos propensos a ouvir sobre a questão da homossexualidade do seu clero, mas aqueles que ouvem têm muito mais probabilidade de ouvir mensagens negativas

Somente 1 em cada 4 (27%) dos católicos que assistem missa regularmente diz que o padre fala sobre homossexualidade, mas cerca de dois terços (63%) desse grupo dizem que as mensagens ouvidas são negativas.

Comparado a outros grupos religiosos, os católicos são significativamente mais propensos a dar a sua igreja avaliações pobres sobre como ela está lidando com a questão da homossexualidade.

Menos de 4 em 10 (39%) dos católicos dão à sua igreja alta avaliação (em notas tanto A como B) ao ítem manejo da homossexualidade.

Sete em cada dez católicos dizem que as mensagens em lugares de culto dos Estados Unidos contribuem muito (33%) ou pouco (37%) para aumentar a taxa de suicídio entre jovens gays e lésbicas.

A esmagadora maioria de católicos rejeita a idéia de que a orientação sexual possa ser mudada.

Aproximadamente 7 entre 10 (69%) dos católicos discordam que oreintação homossexual possa ser mudada; menos de 1 em 4 (23%) acredita que pode ser mudada.

A maioria dos catolicos (56%) acredita que relações sexuais entre dois adultos do mesmo sexo não é pecado.

Entre a população geral, menos da metade (46%) acredita que não é pecado.

(PRRI, Religion & Politics Tracking Survey, October 2010).

fonte:

 

http://www.publicreligion.org/research/?id=509

A REVOLUÇÃO CATÓLICA DE OLHO NO FUTURO

09/02/2011

140 teólogos católicos alemães, austríacos e suíços pedem aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo

 
France Presse

BERLIM, 4 Fev 2011 (AFP) -Mais de 140 teólogos católicos alemães, austríacos e suíços pediram reformas na Igreja Católica que, entre outras coisas, permitam o casamento dos padres, informa o jornal alemão Süddeutsche Zeitung.
No documento, que tem como título “Igreja 2011: a imprescindível renovação”, aberto para consultas no site do jornal, os 143 teólogos, em sua maioria professores de universidades de língua germânica, também pedem ao Vaticano que autorize a entrada de mulheres na vida sacerdotal e aceite os casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

O Papa Bento XVI tem viagem programada à Alemanha, seu país natal, em setembro.
Antes de se tornar Sumo Pontífice, Bento XVI, então apenas o téologo alemão Joseph Ratzinger, examinou a possibilidade de autorização do casamento dos padres, informou em 27 de janeiro o Süddeutsche Zeitung.
Ratzinger integrou um grupo de nove teólogos alemães que apresentou um memorando em fevereiro de 1970 aos bispos da Alemanha para pedir uma análise da necessidade do celibato obrigatório dos padres, segundo o jornal.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/02/teologos-catolicos-pedem-permissao-de-casamento-para-os-padres.html

http://www.sueddeutsche.de/politik/memorandum-der-theologen-kirche-ein-notwendiger-aufbruch-1.1055197

O trecho no original alemão:

4. Gewissensfreiheit: Der Respekt vor dem individuellen Gewissen bedeutet, Vertrauen in die Entscheidungs- und Verantwortungsfähigkeit der Menschen zu setzen. Diese Fähigkeit zu unterstützen, ist auch Aufgabe der Kirche; sie darf aber nicht in Bevormundung umschlagen. Damit ernst zu machen, betrifft besonders den Bereich persönlicher Lebensentscheidungen und individueller Lebensformen. Die kirchliche Hochschätzung der Ehe und der ehelosen Lebensform steht außer Frage. Aber sie gebietet nicht, Menschen auszuschließen, die Liebe, Treue und gegenseitige Sorge in einer gleichgeschlechtlichen Partnerschaft oder als wiederverheiratete Geschiedene verantwortlich leben.

PRO DIA NASCER FELIZ!

30/07/2010

Casamento é para todos!

Casamento exclusivamente entre homem e mulher é INCONSTITUCIONAL.

O atraso ocorre por conta do INCONSTITUCIONAL Art. 1514 do Código CiviL.

Não adianta espernear. O atavismo chegou ao fim.

CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO É CONSTITUCIONAL.

Estamos meu bem por um triz! Pro dia nascer feliz!

OS MELHORES MINUTOS DO SHOW DE ONTEM, 15/07/2010, NO SENADO ARGENTINO!

16/07/2010

Senhoooooras e senhores… E com vocêêêês…. A deles… a sua… a minha… a nossa!

NOOOOOOOOOOOOOOOORRRRRMMAAAAAA  MO… RAN…DIIIIIIIINNIIII…

ARGENTINA!!!!!!!!!!!

15/07/2010

Processo Eclesiático Contra Pe. Nicolás Alessio, Córdoba – ARGENTINA

13/07/2010

Monsenhor ÑáñezPadre Nicolás Alessio

O arcebispado local iniciou um juízo canônico. E como medida cautelar “proibiu-lhe o exercício público do ministério sacerdotal” a Alessio, de 52 anos e pároco de San Cayetano, no bairro de Altamira, Córdoba.

http://www.clarin.com/sociedad/Cordoba-prohiben-misa-apoya-matrimonio_0_296970496.html

12/07/10 – 23:13

Se trata de Nicolás Alessio. En declaraciones a Clarín, había cuestionado con dureza la posición del cardenal Bergoglio. El arzobispado local le inició un juicio canónico. Y lo suspendió como párroco.

El arzobispo de Córdoba, monseñor Carlos José Ñáñez, inició juicio canónico al presbítero José Nicolás Alessio, quien se pronunció públicamente a favor del proyecto que consagra el matrimonio entre personas del mismo sexo y cuestionó con dureza la posición del cardenal Jorge Bergoglio.”

Según informó la Agencia Informativa Católica Argentina (AICA), Ñañez, como medida cautelar, “le prohibió el ejercicio público del ministerio sacerdotal” a Alessio, de 52 años y párroco de San Cayetano en el barrio Altamira de la capital cordobesa.

Alessio había cuestionado con dureza las declaraciones de Bergoglio sobre el matrimonio gay. “Falta que pida que quemen gente”, aseguró en una entrevista con Clarín. El sacerdote, de acuerdo a la decisión, “no podrá celebrar públicamente la santa misa ni administrar los sacramentos de la Iglesia, y, por lo tanto, ejercer como párroco”.

“Luego de haber agotado todos los medios de solicitud pastoral para que el presbítero José Nicolás Alessio se enmendase y retractase públicamente de las declaraciones realizadas por él mismo a favor del presunto “matrimonio” entre personas del mismo sexo, contrariando la Enseñanza y el Magisterio de la Iglesia Católica, y habiendo el antedicho presbítero negado toda posibilidad de modificación de su obrar, ha decidido iniciar el proceso eclesiástico correspondiente en el Tribunal Interdiocesano de Córdoba”, expresó el arzobispado.

Se trata, añade Ñáñez, de “que toda actuación se realice conforme al Derecho eclesial vigente, estableciendo una medida cautelar en la que formalmente ‘le prohíbe el ejercicio público del ministerio sacerdotal'”

Entretanto…

Alessio Faz Pé Firme e Mantém Foro de Consciência

El Dia

http://www.eldia.com.ar/edis/20100713/20100713095226.htm

13/07/2010

Un sacerdote cordobés fue sancionado tras expresar su postura a favor de la boda entre personas del mismo sexo. Tampoco podrá ofrecer misas. Dijo estar “sorprendido” porque no esperaba que el arzobispo de Córdoba “cortara cabezas a quienes pensamos distinto”

El Arzobispado de Córdoba sancionó al sacerdote Nicolás Alessio con la prohibición de ofrecer misas y casamientos por su postura a favor del matrimonio gay que se debate en el Congreso, según confirmó hoy el religioso.

“Me siento sorprendido y muy dolido porque jamás pensé que el Obispo de Córdoba (Carlos Ñáñez), que parecía más abierto a la posición del obispado argentino en estas prohibiciones, cortara cabezas a quienes pensamos distinto”, manifestó Alessio.

En declaraciones a la prensa, el cura precisó que ayer le fue notificado de la sanción que le “prohíbe ejercer el ministerio públicamente”. “Tengo compromisos asumidos con mi comunidad. Creo más en el Evangelio que en estos códigos canónicos, por lo tanto este fin de semana voy a celebrar misa, salvo que me metan presoö, advirtió Alessio al precisar que la sanción también lo inhabilita para celebrar casamientos.

El padre de la parroquia San Cayetano, al desafiar la sanción impuesta por la autoridad de la Iglesia, dijo que supone que va a “cometer otro delito cuando celebre misa, porque el primero fue por pensar distinto y el segundo será por ser fiel a mi comunidad”.

Al ser consultado acerca de si va a recurrir la sanción impuesta, el sacerdote manifestó que no se maneja en el terreno “burocrático y leguleyo de la Iglesia. Yo creo en la Iglesia de Jesús y a esa Iglesia me debo”, sostuvo.

La sanción se extenderá hasta que se expida el Tribunal Interdiocesano de la Iglesia, explicó Alessio. El párroco integra un grupo de sacerdotes que apoya el matrimonio entre personas del mismo sexo, posición que hizo pública ante los medios y al participar en marchas de reclamo por esa igualdad de derecho.

FINALMENTE! UM BISPO CATÓLICO A CAMINHO DA VERDADE

02/07/2010

“Concordo e aceito um homem que viva com um homem”

Entrevista com D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e de Segurança de Portugal. Por Rosa Ramos, Publicada em 26 de junho de 2010 pelo

iOnline

 

(sobre a aprovação do casamento gay pelo Presidente Cavaco Silva) 

… “Para mim, independentemente do conteúdo – eu não concordo com a noção de casamento -, concordo e aceito um homem que viva com um homem e uma mulher que viva com uma mulher.

Isso não o choca?

É evidente que não. A atitude que tenho de ter é a respeitabilidade.”

(sobre as relações homossexuais)

Como encara o movimento de gays católicos?

São pessoas que põem problemas. Eu acho que o drama de cada pessoa deve ser entendido. Nós julgamos e jogamos com generalidades. Eu despertei para este problema já há muitos, muitos anos, quando conheci um casal que já não era jovem e que me confessou, amargurado, que o filho era homossexual. E eles sofriam e diziam: “Não discriminamos o nosso filho, achamos que não é um crime.” Nós podemos não aceitar nem entender que os nossos filhos sejam homossexuais, mas temos de os amar, não os podemos afugentar. E a Igreja só pode ter uma atitude: acolher, ouvir, tentar entender. Eu às vezes pergunto a colegas: “Você já alguma vez falou com um homossexual?” É que eu já e sabe o que é que vi? Uma pessoa que sofria loucamente, porque não era entendida, porque tinha uma orientação sexual que não é aceite socialmente. Alguém que se sentia só, escorraçado. Alguém que se escondia.

A Igreja acolhe os homossexuais, na verdade. Desde que não pratiquem a sua homossexualidade…

Com certeza que um casal homossexual não é um teórico, não é? E os afectos traduzem-se por essa prática, por essa fusão psíquico-afectiva da unidade misteriosa que é o ser humano.

A Igreja tem de entender isso?

Entender, sim. Sacralizar é que não – porque o amor, para a Igreja, é um sacramento, o matrimónio. Esta é uma matéria muito complexa, que tem de ser muito bem compreendida. E nenhuma instituição pode dizer se aceita ou não aceita. Cada caso é um caso.”

 

Enquanto tantos caminham em direção e sentido contrário, D. Januário já encontrou o sentido. E a direção da sua jornada converge para O CAMINHO. Ele ainda é jovem… vai conseguir alcançar a plenitude da caminhada.


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