Archive for the ‘ORAÇÕES’ Category

PRESENTE DE DEUS PRESENTE

25/08/2012

Disponibilizado por RUMOS NOVOS – Portugal

NOSSO MÁRTIR, NOSSO HERÓI, NOSSO SANTO!

21/06/2011

PÁSCOA!

24/04/2011

DEUS NOS AMA, SIM. E NOS PRESENTEIA SEMPRE.

01/11/2010

852 Hz Frequency Returning to Spiritual Order

 

528 Hz Frequency Transformation and Miracles (DNA Repair) 

 

 

 

 

 

Um coração puro tem bons ouvidos

20/10/2010

Não é preciso entender inglês, basta ouvir com o coração.

ROXO!

20/10/2010

HOJE, DIA 20 DE OUTUBRO DE 2010, O MUNDO VESTE ROXO,

EXIBE ROXO, RESPIRA E EXALA ROXO!

A COR DO ESPÍRITO DA BANDEIRA DO ARCO-ÍRIS EM MEMÓRIA

DOS QUE DESISTIRAM DE VIVER EM MEIO AO ÓDIO.

EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO ÓDIO.

A Outra Face

05/10/2010
O que segue é atribuído a um autor que não devo mencionar porque o link oferecido está quebrado e no que deveria ser o blog de origem não consta esse post.

Será oportunamente corrigido, se for o caso. E como a oração é de uma beleza inegável, publicamos.

 

Oração de um gay pecador a Nosso Senhor Jesus Cristo

 
Deus criou machos e fêmeas, como está escrito em Gênesis, mas o diabo forjou preconceituosos e soberbos, como está escrito nos quatro Evangelhos; soberbos e preconceituosos, independentemente dos sexos que a natureza, em sua Santa Inocência, gerou pelas mãos divinas.

Se tudo no ser humano tem de provir exclusiva e unicamente da Natureza, que de fato é santa e tudo nos provê, questões aflitivas se me levantam, ó Pai, em minha pequena e parcimoniosa extensão do entendimento de Vossa Alta Clemência.

Essa mesma Natureza, com efeito, não criou, para dar só um exemplo de minhas muitas perguntas em relação aos homens que evocam, em Vossas palavras, condenação para minhas condutas, Essa mesma Natureza, ó Bom Pai, não fez, desde o Livro de Gênesis, que eu saiba, tintas para que os animais das selvas pintassem seus pelos e suas plumagens. Seria o ato de pintar os cabelos humanos, por não ser proveniente da natureza, um pecado de aberração contra Nosso Senhor? Não seria vaidade? Não seria antinatural? Ou será que a natureza e a invenção cultural do ser humano são, ambas, Obras Necessárias do mesmo Deus, Criador de TODAS AS COISAS, inclusive das tintas para cabelo?

Oh Meu Messias, Salvador de minha alma, meu Senhor Jesus Cristo, Vós, que nunca atirastes sequer uma única pedra em mim, olhai por nós.

Vós, que dissestes que todo aquele que fizesse mal a uma criancinha fazia mal a Vós também, e que nunca comparastes este mal feito aos pequeninos à minha orientação sexual, clareai os espíritos malignos que se comprazem, por conta própria, em me comparar àqueles que são capazes de pecar mortalmente contra uma criança, algo que eu nunca fiz nem nunca farei.

Vós, que nunca, em nenhum momento, por Vossa boca, dissestes que eu era uma ameaça à família e que minha presença manchava a harmonia de um lar, dai aos corações de pedra o entendimento de que meu amor é tão legítimo quanto qualquer amor, porque não existem subdivisões para a maior Graça e o maior dom de Deus: o amor ao semelhante.

Vós, que sabeis quantas vezes apanhei nas duas faces, pelo simples fato de amar e ser amado, sobretudo por Vós, mostrai aos fariseus e aos maus samaritanos que somos todos iguais, e que dentro de mim habita um anjo da guarda enviado por nosso Bom Deus, que jamais me virou as costas nos momentos de maior necessidade, assim como nos momentos de maior alegria.

Vós, que nunca me comparastes a Sodoma e Gomorra, e que sabeis que o meu coração procura a pureza da neve e a claridade do sol, levai a essas pessoas necessitadas o discernimento de que a bondade e a maldade, a concupiscência e o celibato, a pornografia e a inocência, o pecado e a santidade não têm nenhuma relação com homossexualidade ou heterossexualidade.

Vós, que quereis o coração e o espírito, o que os quereis no alto, sursum corda, hosanna in excelsis, e não vos interessais pelas belas roupas, tecidos de veludo, seda e rendas, nem por joias ou por ornamentos de ouro, falai com mais claridade, a quem não Vos compreendeu ainda, apesar de Vossa Infinita Luminosidade, que o caráter de uma pessoa não se encontra da cintura para baixo, mas da cintura para cima.

Vós, que fostes crucificado, oferecendo-vos em favor de cada um de nós, exigindo-nos apenas o amor a Deus e o amor aos nossos irmãos, dai-nos a Vossa Realeza, e o Vosso Santo Espírito de comunhão, que não segrega, mas ajunta, reúne, concilia e ampara.

Vós, que separais o joio do trigo, mostrai que no joio estão a cobiça, a inveja, a ingratidão, a impureza de sentimentos, a discriminação, a soberba, a astúcia, a malícia, o engano, e que no trigo, o pão nosso de cada dia, estão o serviço ao próximo, a abnegação, a fraternidade, a caridade e, sempre, o amor, todo tipo de amor, o amor incondicional.

Vós, que nunca comparastes os gays aos assassinos, aos bandidos, aos adúlteros, nem a qualquer um que tenha pecado contra a carne, revelai a esses pequeninos carentes de Vós que Vossa palavra absolve até mesmo os assassinos, os bandidos, os adúlteros e a qualquer um que tenha pecado contra a carne, porque sei, Senhor, que não sou digno de que entreis em minha morada, mas basta-Vos uma só palavra e serei salvo.

Vós, que ressuscitastes ao terceiro dia e dissestes apenas: “Eu vos deixo a Paz”, deixai em paz os corações aflitos que teimam em nos apedrejar, como se eles fossem, por alguma razão, superiores a nós no amor que Deus derrama igualmente sobre cada uma de suas criaturas – plantas, pássaros, cachorros, leões, gatos, peixes, baleias, mulheres e homens.

Vós, que nunca nos considerastes ímpios, iníquos, vis, mercantilistas, pois sabeis que essas características independem do fato de nossos parceiros serem do mesmo sexo que o nosso ou do sexo oposto, dignificai a Vossa promessa de Eterna Aliança, infundindo nos espíritos embrutecidos o talento de discernir não por estereótipos, mas por essências.

Imploramos, Senhor Jesus, em nome de todos os mártires e de todos os castos que devotaram suas vidas a Vós, e que foram queimados, crucificados, devorados por bestas, acorrentados, esquartejados, imploramos-Vos que mostreis que em Vossa palavra não há um só til, um só jota que nos incrimine pelo simples fato de sermos gays.

Mostrai, Senhor Nosso Salvador, que, como disse Vossa Mãe, a sempre Virgem Maria de Nazaré, devemos fazer tudo o que Vós nos ensinastes, e que em Vossos ensinamentos não há nada que nos recrimine ou condene, nem que nos mande mudar nossa essência e nosso amor.

Vós, Senhor, que tendes a Bondade em Nosso Pai, dai a todos nós a centelha da caridade, da compreensão, da compaixão e do acolhimento, e retirai de nós o fermento farisaico da hipocrisia, do preconceito, da malícia e das más intenções.

Se para alguns de Vossos filhos somos considerados os últimos, se somos perseguidos, portanto, em nome do Vosso amor por nós, bem-aventurado sede Vós, meu Salvador, porque olhastes para o Vosso servo e destes a ele a suprema bondade da vida eterna, e fareis dele o primeiro. Que eu seja como a prostituta que precederá ao senhor da lei no Reino dos Céus. Que eu seja como o bandido que se reconheceu digno da crucificação, mas que viu em Vós, crucificado ao seu lado, somente Justiça e Milagres. Que eu entre, com esse bandido condenado e com essa prostituta ridicularizada, no Reino Eterno, onde não entrarão os imponentes centuriões de Herodes, os respeitados sacerdotes do templo e os suntuosos e solenes escribas de Pilatos e César Augusto que os condenaram à morte ao Vosso lado.

Se eu sou a ovelha desgarrada ou o filho pródigo, é comigo, principalmente, que Vos haveis de preocupar, Senhor. Deixareis de lado as outras 99 ovelhas que sempre estiveram em Vosso rebanho, largará o filho fiel que sempre labutou ao Vosso lado e é para mim, só para mim, que volvereis Vosso Olhar de Pastor e Rei. Foi por mim, e por mim, pecador que sou, que viestes ao mundo em forma de Homem, e enfrentastes as tradições e as leis religiosas maléficas do mundo e do sistema social para me redimir, e é por mim que retornareis, Oh Jesus, Doce Amigo, embora nunca deixastes de estar vivo no coração daqueles que, pecadores ou santos, têm fé em Vós.

Conheço, meu Bom Pastor, que em outros tempos os negros foram considerados bichos imundos e sem alma por pessoas que se diziam vossas seguidoras, e que “encontraram” nas Vossas Palavras Perfeitas “argumento” e “fundamentação” para essa atrocidade. Conheço, meu Fidelíssimo Esposo, Cristo Redentor, que outrora as mulheres foram cruelmente tachadas como inferiores aos varões, dos pontos de vista espiritual, intelectual e – pior – moral. E, da mesma forma, foi em Vossa Santíssima Complacência que alegavam “encontrar provas” e “justificativas” para tamanha aberração, para tamanha iniquidade, para tamanho despautério.

Sou chamado de “gay”, uma palavra da língua inglesa, que quer me dominar até a raiz e transformar-me numa caricatura de gente, num fantoche de pessoa. Mas não reconheço nessa palavra, porque meus olhos não conseguem ver tal impureza, a arrogância com que seus inquisidores a encheram de um significado sombrio, nunca respaldado em Vosso amor. Reconheço nessa palavra, que adoto para mim mesmo, o traço de “alegria”, “festa”, “louvor”, “celebração” que ela, originalmente, significa, uma vez traduzida.

Quanto a ser pecador, reconheço que meus pecados são mais numerosos do que os grãos de areia de todas as praias do Vosso lindo Planeta. Mas confio em Vosso julgamento, e confio em Vós quando dizeis que com a medida com que me julgarem serão igualmente julgados. Minha fé é inabalável: não colocais sobre meus ombros um peso que Vós mesmo, em toda a Vossa Infinita Glória, não seríeis capaz de suportar. Vosso jugo é leve e Vossa mão é suave; mas a mão que me atira pedra é áspera como a figueira estéril, e, por mais que essa mão me ofereça graciosamente a Vós em sacrifício pascal, o carneiro precisa ser imolado, mas ai da mão que o imolou: melhor seria nunca ter nascido, ou ter sido arrancada do corpo daquele que imolou o cordeiro de Deus – assim ensinastes sobre Judas Iscariotes – porque é melhor que entre o corpo no céu faltando uma de suas partes, do que, estando inteiro, pereça inteiramente nos infernos.

Olho, Senhor, como crescem os lírios do campo, que não fiam nem tecem, e percebo-lhes a doçura no esplendor de Vossa Majestade, que nem a Salomão, no auge de sua glória, deu semelhante brilho, perfeição, pureza e liberdade.

Todos nós viemos do pó e ao pó retornaremos; saímos nus do ventre de nossas mães e retornaremos nus ao ventre da terra. Imploro-vos, porém, meu Senhor, que meu pequeno caminho e minha doce cruz sejam uma via povoada mais de rosas que de espinhos, seguindo o exemplo de Vossa fiel serva Teresinha.

Dignai-vos, meu Salvador, fazer que eu possa estender as mãos e ajudar mais do que esticar a língua e chicotear.

Permiti-nos, Senhor Nosso, que sejamos arautos de Vossa palavra de amor e união a toda a gente, assim como o foram Vossos fiéis servos Jerônimo e Lutero.

Minha multidão de pecados, Senhor, é a Vós que a confesso, embora saiba que Vós me sondais, no alto da montanha e no abismo mais profundo; que Vós me conheceis desde antes do meu nascimento até depois de minha primeira morte. Mas, mesmo assim, confesso-Vos, Meu Pai, todos os meus pecados, e arrependo-me, sobretudo, de quando deixei de dar pão a quem mo pedia, e ofereci-lhe, em lugar, pedra, veneno, humilhação e dureza de coração.

Neguei-Vos, Pai Nosso, muito mais do que as três vezes que o medo de Vosso fiel servo Pedro lhe infligiu. Nego-Vos sempre que nego a um irmão que me estende a mão pedindo ajuda. Nego-Vos sempre que atiro um olhar de reprovação a quem só busca amor. Ainda assim, imploro por Vosso dulcíssimo Perdão, para que eu, contrito e convoluto, possa reluzir em minha face apagada o esplendor infinito de Vossos Arcanjos e Serafins e de Vosso Brilho eterno.

Ajoelhado, Senhor, rogo-Vos que me deis a Luz que desconheço. Que Vosso Reino venha até nós. Sede a água de minha sede. Fazei de mim um instrumento da vossa Bondade. Bendita sois Vós, irmã Bondade, entre as ações de toda criatura que pretenda louvar ao Santo de todos os Santos. Onde houver desavenças, que eu leve união; onde houver desespero, que eu leve esperança; onde houver ódio, que eu leve perdão e paz. Meu espírito exulta ao Senhor, e meu coração se alegra, pois encontrou em mim, um mísero pecador, a possibilidade e o poder para eu ser caridoso.

O senhor não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos. Eu sou um pecador, mas, se o Senhor me escolher, tudo em mim será claro como a água límpida que corre das cachoeiras. Quem me escolhe e me capacita nãos são os homens ou as mulheres: é meu Senhor. Quem diz o que sou ou não sou não são as mulheres ou os homens: é meu Senhor.

Quero compreender, mais que ser compreendido; perdoar, mais que ser perdoado. Pois, como nos ensinou Vosso fiel servo Francisco de Assis, o pobrezinho de Deus, é dando que se recebe, e é fazendo morrer nosso olhar recriminatório e cruel contra nossos irmãos que renasceremos com um olhar capaz de enxergar a vida eterna de Vosso seio.

Sei que minha fé é necessária e suficiente, como nos ensinou Vosso fiel Servo Paulo. Sei que o demônio é um cão acorrentado que ladra, ladra, ladra e ladra contra mim, mas não me pode morder, não me pode ferir, não pode tocar, não me pode sequer alcançar, como nos ensinou Vosso fiel Servo Agostinho. Mantende-o seguro e subjugado em sua cadeia inquebrável, Senhor, porque ali está o maligno, pois esbravejar, ferozmente, qual cão raivoso, contra um irmão cujo pecado inquisitorial seja o fato de amar e ser amado é atitude factual do demônio.

Sanctus, Sanctus, Sanctus, Dominus Deus Sabaoth.

Que eu não seja motivo de tropeço a nenhum pequenino como eu. Que, apesar de todos os meus pecados, minhas pequenas e humildes ações ajudem a erguer o amor onde antes só havia vergonha e desonra, preconceito e discórdia.

Nenhuma criatura foi capaz, mesmo com todo o poder político, econômico e religioso de que dispunha, de Vos prender nem mesmo no sepulcro, nem mesmo no túmulo. Ninguém Vos calou a boca e Vós vencestes o poder do dinheiro, da lei escrita, da sociedade hipócrita e da morte.

Não fostes domesticado, nem reduzido pela tentação do deserto infértil, que Vos ofereceu riquezas, glórias terrenas e poder temporal sobre todos os reinos deste mundo. Sois valente, justo, gentil, magnífico. Sois piedoso, mas jamais fostes fraco. Sois benigno, mas jamais fostes inseguro. Sois magnânimo e generoso, mas jamais Vos enganaram com adulações ou com falsas interpretações da Palavra de Deus. A letra mata, mas Vosso Espírito a vivifica. A letra enforca e queima, e já enforcou e queimou muitos ao longo da história, mas Vosso Espírito sobre ela a torna motivo de união, nunca de afastamento e guerra.

Todos aqueles que debocharam e satirizaram impiedosamente de Vós, pregando Vossas mãos e Vossos pés no madeiro, creram que Vos venciam, que Vos subjugavam… Pobres coitados, ilusão das ilusões, era tudo mentira; e o diabo é pai da mentira, tal qual nos ensinou Vosso fiel servo João Evangelista. Eles se iludiram com a mesma mentira com que querem, hoje, debochar de mim, crucificar-me, satirizar de meus pecados e de minhas boas ações, que só Deus conhece, iludindo-se com essa mentira, que é filha do diabo.

Todos esses que acreditavam, iludidos pela mentira, que Vos venciam estão hoje escritos nos livros de história como “centuriões”, “soldados”, “traidores”, “hipócritas”, “mercadores”, “sacerdotes”, “doutores da lei”. Mas os que Vos seguiram, apesar de remarem convosco contra a correnteza de toda uma sociedade construída sobre discriminação e hipocrisia, estes têm seus nomes escritos no Livro da Vida não com o cargo ou com o ato que praticavam, mas com o Nome que Deus lhes deu: Jesus, Maria, José, Joana, Pedro, Tiago, Bartolomeu, Paulo, Francisco, Antônio…

Vós, Senhor, que fostes tão chicoteado quanto eu, tão humilhado quanto eu, tão coroado de espinhos e chacoteado quanto eu, tão ridicularizado pela soberba quanto eu, tão crucificado em praça pública quanto eu, Vós conheceis completamente meus sofrimentos e o poder de minhas chagas abertas em sangue.

Se há alguém cujas pegadas quero imitar do início ao fim de minha jornada, este alguém é tu, Jesus de Nazaré, Jesus do Rio de Janeiro, Jesus de Lisboa, Jesus de Salvador, Jesus de Luanda, Jesus da favela, Jesus das casas onde se ensina o amor, somente tu, meu juiz, meu irmão, amigo meu, pródigo filho de todo o meu amor, meu companheiro.

Tu revogaste as leis iníquas e preconceituosas de um tempo e de TODOS os tempos, e és capaz de revogar até a própria morte. Somente em tuas mãos, portanto, quero colocar minha vida, só em ti eu confio: sou todo teu e de ninguém mais; não ousem me tocar em teu nome, porque, mais do que teu nome, trago em meu coração teu corpo e teu amor, que me salvam, que me absolvem e me iluminam e saciam, e que estão dentro e acima de mim. Ontem, hoje e sempre. Porque se eras assim, Senhor, continuas exatamente o mesmo de todos os tempos. Não mudas, não te venderias, hoje, ao mesmo sistema hipócrita e farisaico que te crucificou. Tal ciência é grandiosa: não alcanço de tão alta.

Vejo, em minha pequenez, a tua face de Luz em todos. Não há uma só pessoa para quem eu olhe ou que eu toque com minhas mãos, apesar de todas as minhas muitas e incontáveis faltas, que não traga na pele o calor da tua alegria e da celebração de teu amor, pelo qual sempre viverei.

Tua felicidade é meu ar. Não posso viver sem.

Por isso, além de pecador, sou gay.

Amém.


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