Archive for the ‘DOUTRINA’ Category

XEQUE MATE

27/03/2012

A homossexualidade não pode influenciar o outro porque é inata.

– Não! É escolha!

Na hipótese de escolha:
1. Escolhe-se o melhor, então o melhor seria a homossexualidade implicando o fim da espécie. Portanto nesse caso não é escolha.
2. Na hipótese da homossexualidade ser melhor apenas para alguns e sendo a heterossexualidade natural nos héteros, então, ou é também natural nos homos ou é:
perversão, ou vício, ou doença, ou trauma, ou defeito genético, ou possessão demoníca.
O que é, então?

É perversão

– Não, porque milhões de pessoas em todo o mundo, em todos esses milênios não suportariam viver no opróbrio por uma tara.

É vício

– Não, porque os abstinentes são a prova de que a total abstinência não é capaz de provocar desejo pelo sexo oposto.

É doença

– Não, porque não há registros de medicina curativa também desde sempre, desde a origem da humanidade. E a OMS retirou seu status de doença porque não se enquadra na definição de doença.

É trauma

– Não, porque não há registros significativos de superação do trauma. E mesmo as tentativas de forjar tais registros fracassaram.

É defeito genético

– Não, porque não ameaça a sobrevivência do homossexual, nem a sua auto suficiência, nem o impede de alcançar a felicidade. Assim, do mesmo modo que não é doença, não é deficiência.

É possessão demoníaca

– Não, porque não há jejum, penitência e oração que desperte o desejo pelo sexo oposto.

Conclui-se que não é perversão, não é vício. não é doença, não é trauma, não é defeito genético, não é possessão demoníaca; consequentemente não é escolha nem apenas para alguns.
Se é assim, então… o que poderia ser?
É característica da natureza de certos indivíduos. É ontológico. É pré natal e pré determinado. É perfeitamente natural.

OBAMA É QUE É O CARA!

10/06/2011

 

 

October 14, 2010|By the CNN Wire Staff 

Obama: Homossexualidade não é escolha

(CNN) – O presidente Obama disse hoje que acredita que a homossexualidade não é uma escolha, mas o resultado de pessoas nascidas com “uma certa composição.”

Seu comentário foi feito durante um evento informal – organizado pela BET Networks da Viacom, CMT e MTV – em que os estudantes fizeram-lhe perguntas.

Perguntado diretamente se pessoas escolhem ser gays ou transgêneros, ou se nascem assim, Obama disse que não era um especialista, e acrescentou em seguida: “Não acho que é uma escolha. Penso que pessoas nascem com uma certa composição”

“Somos todos crianças de Deus,” disse Obama. “Nós não determinamos a quem amar. Por isso acho que discriminação com base em orientação sexual é errado.”

É provável que a posição do Presidente tenha irritado alguns grupos cristãos conservadores que defendem que é pecado e que consequentemente implica em escolha. [Mas nada provam cientificamente…]

http://articles.cnn.com/2010-10-14/politics/obama.homosexuality_1_homosexuality-transgender-people-choice?_s=PM:POLITICS

 

O Gay Católico observa que apesar de declarar não ser um especialista, seguramente Barack Obama tem a melhor assessoria técnica e científica do planeta. Veja em links agregados à carta aberta que o Gay Católico dirigiu à Presidenta Dilma Roussef, a explanação que o Dr. Jerome Goldstein fez no 21º Congresso da Sociedade Européia de Neurobiologia que ocorreu entre 28 e 31 de maio último.

https://gaycatolico.wordpress.com/2011/06/08/presidenta-dilma-roussef/

Orações para Bobby – completo

28/03/2011
AS MÃES SABEM TUDO SOBRE SEUS FILHOS DESDE A CONCEPÇÃO
 

QUANDO DEUS ILUMINA O HOMEM

16/03/2011

ILUMINADO POR DEUS

 PADRE LUÍS CORRÊA LIMA – UM JESUÍTA DA MELHOR CEPA

 

Diversidade sexual e Igreja, um diálogo possível. Entrevista especial com Luís Corrêa Lima

Ao analisar a forma como a Igreja aborda temas como a diversidade sexual, o padre jesuíta Luís Corrêa Lima disse, na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line, que “nós só podemos saber o que a Palavra de Deus significa para nós hoje, e que implicações ela tem, com um suficiente conhecimento da realidade atual, que inclui a visibilização da população LGBT”. Ele relembra uma carta do Vaticano aos bispos, do ano de 1986, mencionando que “nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna”.

O pesquisador destaca, ainda, uma declaração do PapaBento XVI, dizendo que “o cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva”. Segundo ele, o Papa acrescentou “que é muito importante evidenciarmos isso novamente, porque essa consciência hoje quase desapareceu completamente. É muito bom que um Papa tenha reconhecido isto. Há no cristianismo uma tradição multissecular de insistência na proibição, no pecado, na culpa, na condenação e no medo”.

Corrêa Lima frisa que não cabe “encaminhar os gays a terapias de reversão ou a ‘orações de cura’, que frequentemente são formas escamoteadas de exorcismo. No diálogo ecumênico e inter-religioso da Igreja, recomenda-se conhecer o outro como ele quer ser conhecido, e estimá-lo como ele quer ser estimado. O conhecimento e a estima recíprocos são também o melhor caminho para o diálogo entre a Igreja e o mundo gay”.

E completa: “O grande desafio da diversidade sexual é fazer-se compreender pela sociedade, não como uma ameaça, mas como uma pluralidade existente na condição humana que enriquece o mundo. No fundo, as pessoas querem ser elas mesmas, reconhecidas e aceitas pelos outros”.

Formado em Administração, Filosofia e Teologia, Luís Corrêa Lima também é mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio, onde é professor desde 2004, e doutor em História pela Universidade de Brasília – UnB. É autor de Teologia de Mercado uma visão da economia mundial no tempo em que os economistas eram teólogos (Bauru: EDUSC, 2001).

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Qual é a importância de a Igreja abordar temas como a diversidade sexual, nos dias de hoje?

Luís Corrêa Lima – A diversidade sexual é um dado da realidade. No passado, gays, lésbicas e bissexuais viviam no anonimato ou à margem da sociedade. Escondiam-se em uniões heterossexuais e, quando muito, formavam guetos. Hoje, tornam-se visíveis, fazem imensas paradas, junto com travestis e transexuais, exigem respeito e reconhecimento, e reivindicam direitos.

Para a Igreja, a lei de toda a evangelização é pregar a Palavra de Deus de maneira adaptada à realidade dos povos, como lembra o Concílio Vaticano II (Gaudium et Spes, nº 44). Deve haver um intercâmbio vivo e permanente entre a Igreja e as diversas culturas dos diferentes povos. Para viabilizar este intercâmbio – sobretudo hoje, em que tudo muda tão rapidamente, e os modos de pensar variam tanto – ela necessita da ajuda dos que conhecem bem a realidade atual, sejam eles crentes ou não. O laicato, a hierarquia e os teólogos, prossegue o Concílio, precisam saber ouvir e interpretar as várias linguagens ou sinais do nosso tempo, para avaliá-las adequadamente à luz da Palavra de Deus, de modo que a Revelação divina seja melhor compreendida e apresentada de um modo conveniente.

A correta evangelização, portanto, é uma estrada de duas mãos, do intercâmbio entre a Igreja e as culturas contemporâneas. Nós só podemos saber o que a Palavra de Deus significa para nós hoje, e que implicações ela tem, com um suficiente conhecimento da realidade atual, que inclui a visibilização da população LGBT.

IHU On-Line – Que elementos de discussão a diversidade sexual propõe para setores da sociedade como a família, a igreja e a escola? Quais são os desafios no que se refere à cidadania?

Luís Corrêa Lima – Por muitos séculos, o homoerotismo foi visto no Ocidente como um pecado nefando (que não deve nem ser nomeado) e como um crime gravíssimo que atrai o castigo divino para a sociedade. Igreja e Estado estiveram unidos. Tribunais eclesiásticos julgavam os acusados de “sodomia”, e os culpados eram entregues ao poder civil para serem punidos. Em casos extremos, a punição chegava à pena de morte.

O homoerotismo foi descriminalizado, e a condição homossexual foi despatologizada. Desde o final do século XX, esta condição não é mais considerada doença. Atualmente o Conselho Federal de Psicologia proíbe as terapias de reversão. Ou seja, algumas pessoas são homossexuais e o serão por toda vida. Elas estão em toda parte. Quem não é gay, tem parentes próximos ou distantes que são, bem como vizinhos ou colegas de trabalho que também são, manifesta ou veladamente. Eles compõem a sociedade, visibilizam-se cada vez mais e não aceitam mais serem tratados como doentes ou criaturas abomináveis. Querem ser cidadãos plenos, com os mesmos direitos e deveres dos demais.

IHU On-Line – O que a fé cristã, na sua opinião, tem a dizer sobre a diversidade sexual?

Luís Corrêa Lima – O mais importante é algo que foi dito numa carta do Vaticano aos bispos, em 1986: nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna. E acrescenta que toda violência física ou verbal contra é deplorável, merecendo a condenação dos pastores da Igreja onde quer que se verifiquem. A oposição doutrinária que possa haver às práticas homoeróticas não elimina esta dignidade fundamental do ser humano. Deus criou a todos. O Cristo veio para todos e oferece o seu jugo leve e o seu fardo suave. Cabe a nós, com fidelidade criativa, conhecermos e darmos a conhecer estes dons divinos.

IHU On-Line – Como a Igreja, a partir da fé e das ciências, pode dialogar com a diversidade sexual?

Luís Corrêa Lima – Certa vez o PapaBentoXVI afirmou que o cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva. E acrescentou que é muito importante evidenciarmos isso novamente, porque essa consciência hoje quase desapareceu completamente. É muito bom que um Papa tenha reconhecido isto. Há no cristianismo uma tradição multissecular de insistência na proibição, no pecado, na culpa, na condenação e no medo. O historiador Jean Delumeau fala de uma “pastoral do medo”, que com veemência culpabiliza e a ameaça de condenação para obter a conversão. Isto não se deu somente no passado distante. Também no presente, alguns interpretam a doutrina da maneira mais restritiva e condenatória possíveis, com obsessão pelo pecado, sobretudo ligado a sexo.

Sem a obsessão pelo pecado, o caminho do diálogo se abre. É preciso também respeitar a autonomia das ciências e da sociedade, como determina o Concílio. Não cabe hoje encaminhar os gays a terapias de reversão ou a “orações de cura”, que frequentemente são formas escamoteadas de exorcismo. No diálogo ecumênico e inter-religioso da Igreja, recomenda-se conhecer o outro como ele quer ser conhecido, e estimá-lo como ele quer ser estimado. O conhecimento e a estima recíprocos são também o melhor caminho para o diálogo entre a Igreja e o mundo gay.

IHU On-Line – A Igreja, no Brasil, tem, por meio de publicações, cursos, seminários, proposto o diálogo sobre a diversidade sexual. O que isso significa? Há aí um interesse legítimo dos diversos membros da Igreja, ou esta é uma necessidade da Igreja de se inserir em um novo contexto contemporâneo, em que gays e lésbicas ganham mais espaço? Como interpreta a posição da Igreja nesse contexto?

Luís Corrêa Lima – Constata-se que há no Brasil várias publicações, e de qualidade, sobre diversidade sexual feitas por religiosos ou por editoras católicas. Também há cursos e mesas redondas. Pode-se notar que o interesse é crescente, afinal o contexto da sociedade é inevitável. Em vários ambientes católicos, sejam paróquias, escolas ou centros de pastoral, pode-se tratar do assunto com liberdade. De um modo geral, as eventuais resistências não são barreiras intransponíveis.

IHU On-Line – Os homossexuais já conquistaram o direito de manterem uma união estável no Brasil. Como avalia a luta pela cidadania religiosa no Brasil?

Luís Corrêa Lima – Na verdade, há decisões judiciais que favorecem os conviventes homoafetivos, bem como normas de instituições públicas e privadas no mesmo sentido. Casais homossexuais podem obter em cartório um documento declaratório de convivência homoafetiva. Recentemente o Imposto de Renda e os planos de saúde contemplam estes casais com os mesmos direitos dos casais heterossexuais em união estável. Sobre a cidadania religiosa, nos ambientes religiosos católicos, de um modo geral, muitos gays estão presentes mas não manifestam a sua condição para evitar discriminação. É algo semelhante à escola e ao mundo do trabalho.

IHU On-Line – O que podemos entender por diversidade sexual? Quais os principais desafios da diversidade sexual?

Luís Corrêa Lima – A visibilização dos homossexuais, e a sua organização como movimento social, já usou diversas siglas: Gay (termo anterior a homossexual, que evoca alegria e autoestima), MHB (Movimento Homossexual Brasileiro), HSH (Homens que fazem sexo com homens – sigla ainda utilizada em saúde pública), GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes – sigla adotada pelo mercado) e LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), a mais recente. Há tendências de se acrescentar o ‘I’, de intersexual, para os hermafroditas. O termo diversidade sexual é uma maneira de englobar esta crescente pluralidade, embora com imprecisão.

O grande desafio da diversidade sexual é fazer-se compreender pela sociedade, não como uma ameaça, mas como uma pluralidade existente na condição humana que enriquece o mundo. No fundo, as pessoas querem ser elas mesmas, reconhecidas e aceitas pelos outros.

IHU On-Line – Como o senhor avalia o posicionamento da Igreja em relação à diversidade sexual na sociedade contemporânea?

Luís Corrêa Lima – A Igreja, antes de tudo, está alicerçada na milenar tradição judaico-cristã, ao mesmo tempo em que está presente em diversas partes do mundo, interagindo com a cultura ocidental moderna e com culturas não ocidentais. No judaísmo antigo, acreditava-se que o homem e a mulher foram criados um para o outro, para se unirem e procriarem. O homoerotismo era considerado uma abominação. Israel devia se distinguir das outras nações de várias maneiras, inclusive pela proibição do homoerotismo. A Igreja herdou esta visão antropológica com sua interdição.

Alguns conteúdos doutrinais mudam ao longo dos séculos, como é o caso da legitimidade da escravidão e da proibição do empréstimo a juros. Isto mostra que eles não comprometem o núcleo da fé. Outros conteúdos também podem mudar, mas não há como prever. De qualquer maneira, a consciência individual tem um peso decisivo em questões complexas como esta. Este papel não deve ser omitido ou subestimado. O Concílio reconheceu o direito de a pessoa agir segundo a norma reta da sua consciência, e o dever de não agir contra ela. Nela está o “sacrário da pessoa”, onde Deus está presente e se manifesta. A fidelidade à consciência une os cristãos e os outros homens no dever de buscar a verdade, e de nela resolver os problemas morais que surgem na vida individual e social (Gaudium et Spes, nº 16). Nenhuma palavra externa substitui o juízo e a reflexão da própria consciência.

IHU On-Line – Entre os evangélicos também há discordância em relação à homossexualidade. Entretanto, qual sua opinião sobre a Igreja Cristã Contemporânea, coordenada pelo casal de pastores homossexuais Fábio Inácio de Souza e Marcos Gladstone?

Luís Corrêa Lima – Entre os evangélicos, a oposição à homossexualidade em geral é mais intensa, com práticas frequentes de exorcismo para expulsar o demônio que supostamente toma conta da pessoa. Os que continuam a cometer atos homossexuais são muitas vezes expulsos de suas igrejas, ou sofrem um assédio moral devastador que os faz sair. Como o mundo protestante é fragmentado em diversas denominações, gays evangélicos fundaram igrejas inclusivas para acolherem crentes repelidos por suas igrejas de origem.

As igrejas inclusivas nasceram nos Estados Unidos, na ampla constelação do movimento gay. A Igreja Cristã Contemporânea é um rebento brasileiro com notável difusão no Rio de Janeiro. Os pastores Fábio e Marcos protagonizaram o primeiro casamento público entre dois pastores gays, com grande repercussão na mídia, muita simpatia da militância LGBT e forte execração dos evangélicos tradicionais.

IHU On-Line – Quais são, no seu entendimento, as razões que dificultam o consentimento das religiões aos homossexuais?

Luís Corrêa Lima – As grandes religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo – enraízam-se em tradições milenares consignadas em textos sagrados antigos, situados em horizontes socioculturais bem diferentes do nosso. Estas religiões se vincularam a uma suposta heterossexualidade universal, expressa no imperativo “crescei-vos e multiplicai-vos’” do livro de Gênesis. Por outro lado, há religiões de matrizes africanas que aceitam os gays. Na verdade, a heterossexualidade não é universal, nem na espécie humana, nem entre os animais. No mundo animal, já se conhecem atualmente mais de 450 espécies com indivíduos homossexuais.

Certa vez um rabino disse que a tradição não é um bastão de uma corrida de revezamento. O bastão é sempre mesmo, passando de mão em mão. A imagem correta da tradição é uma casa em que vivem sucessivas gerações. Cada uma delas pode dar o seu toque peculiar e até fazer reformas internas. Mas a casa é sempre reconhecível por quem passa na rua. Assim é a tradição: um legado vivo, constantemente enriquecido para ser fiel a si mesmo. O teólogo Yvez Congar afirmou que a única maneira de se dizer a mesma em um contexto que mudou, é dizê-la de modo diferente. A mensagem cristã precisa se reinventar sempre se quiser ser Boa Nova.

IHU On-Line – As uniões homoafetivas representam uma ameaça à tradição?

Luís Corrêa Lima – Não, pelo contrário. A união entre o homem e a mulher conserva seu valor e função social, e permanece como sinal bíblico do amor entre o Senhor e o seu povo eleito, e do amor entre Cristo e a Igreja. As uniões homoafetivas não ameaçam as uniões heterossexuais, pois estes não são gays enrustidos prestes a debandarem diante da possibilidade de união homossexual. E nem os gays têm obrigação de se “curarem” e de se casarem com pessoas de outro sexo. Até porque, para o direito eclesiástico, este casamento é nulo. Uniões gays e uniões heterossexuais são de naturezas distintas e não concorrem entre si.

Um documento do Vaticano de 2003, sobre o reconhecimento civil da união entre pessoas do mesmo sexo, fez severa oposição à equiparação ou equivalência desta forma de união àquela entre homem e mulher. No entanto, ele afirma que, mesmo assim, podem-se reconhecer direitos decorrentes da convivência homossexual. Este é um passo muito importante. Se não houver nenhum reconhecimento social ou proteção legal às uniões gays, o preconceito homofóbico difuso na sociedade vai pressionar os gays a contraírem uniões heterossexuais. O que já acontece há séculos continuará acontecendo. É lastimável, pois isto traz enorme sofrimento a muitas pessoas.

IHU On-Line – O que deve fazer parte de uma reflexão moral sobre o amor homossexual?

Luís Corrêa Lima – Antes de tudo, a vocação fundamental do ser humano é amar e ser amado. O amor é a plenitude da lei e da vida em Cristo. E o próprio Cristo ensina que a lei foi feita para o homem, e não o homem para a lei. Para a reflexão moral, convém escutar a Palavra de Deus e buscar uma teologia que supere a leitura ao pé da letra; e que leve em conta a Tradição, o ensinamento da Igreja, os sinais dos tempos e os saberes seculares.

A moral não deve se limitar ao ideal, mas deve estar atenta ao possível, à situação em que cada um se encontra e aos passos que pode dar. O papa tratou recentemente do uso da camisinha, e afirmou que em algumas circunstâncias ele representa o primeiro passo para uma humanização da sexualidade. É preciso buscar sempre os caminhos de humanização.

IHU On-Line – Deseja acrescentar algo?

Luís Corrêa Lima – Sim. Jesus afirmou que há eunucos de nascença, eunucos feitos pelos homens e eunucos que assim se fizeram pelo Reino dos Céus (Mt 19,12). Esta frase, um tanto estranha, tem um sentido literal e um sentido não literal. No caso de eunucos feitos pelos homens, trata-se de castração. No caso de eunucos pelo Reino dos Céus, trata-se do próprio Jesus e dos que renunciaram ao casamento para se dedicarem inteiramente à obra de Deus. Não há propriamente castração. E quem são os “eunucos de nascença”? Para os primeiros leitores do Evangelho, talvez fossem pessoas com um defeito físico que impossibilita o casamento. Mas para nós, hoje, é indispensável considerar aqueles que por natureza, em razão de sua libido, não se destinam ao casamento tradicional. São os gays. Eles têm seu lugar no plano divino. E também devem tê-lo na sociedade e na Igreja.

http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=40699

A REVOLUÇÃO CATÓLICA DE OLHO NO FUTURO

09/02/2011

140 teólogos católicos alemães, austríacos e suíços pedem aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo

 
France Presse

BERLIM, 4 Fev 2011 (AFP) -Mais de 140 teólogos católicos alemães, austríacos e suíços pediram reformas na Igreja Católica que, entre outras coisas, permitam o casamento dos padres, informa o jornal alemão Süddeutsche Zeitung.
No documento, que tem como título “Igreja 2011: a imprescindível renovação”, aberto para consultas no site do jornal, os 143 teólogos, em sua maioria professores de universidades de língua germânica, também pedem ao Vaticano que autorize a entrada de mulheres na vida sacerdotal e aceite os casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

O Papa Bento XVI tem viagem programada à Alemanha, seu país natal, em setembro.
Antes de se tornar Sumo Pontífice, Bento XVI, então apenas o téologo alemão Joseph Ratzinger, examinou a possibilidade de autorização do casamento dos padres, informou em 27 de janeiro o Süddeutsche Zeitung.
Ratzinger integrou um grupo de nove teólogos alemães que apresentou um memorando em fevereiro de 1970 aos bispos da Alemanha para pedir uma análise da necessidade do celibato obrigatório dos padres, segundo o jornal.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/02/teologos-catolicos-pedem-permissao-de-casamento-para-os-padres.html

http://www.sueddeutsche.de/politik/memorandum-der-theologen-kirche-ein-notwendiger-aufbruch-1.1055197

O trecho no original alemão:

4. Gewissensfreiheit: Der Respekt vor dem individuellen Gewissen bedeutet, Vertrauen in die Entscheidungs- und Verantwortungsfähigkeit der Menschen zu setzen. Diese Fähigkeit zu unterstützen, ist auch Aufgabe der Kirche; sie darf aber nicht in Bevormundung umschlagen. Damit ernst zu machen, betrifft besonders den Bereich persönlicher Lebensentscheidungen und individueller Lebensformen. Die kirchliche Hochschätzung der Ehe und der ehelosen Lebensform steht außer Frage. Aber sie gebietet nicht, Menschen auszuschließen, die Liebe, Treue und gegenseitige Sorge in einer gleichgeschlechtlichen Partnerschaft oder als wiederverheiratete Geschiedene verantwortlich leben.

HOLOCAUSTO!

06/12/2010

O cientista médico Dr. Drauzio Varella afirmou contradizendo sua própria argumentação de defesa aos homossexuais que: “Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam…”

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0412201036.htm

Somente com a ação das críticas pode se apurar uma falsidade, um embuste, um mentiroso objetivo contido no uso de crenças.”

 (Prof. J. Vasconcelos), em:

http://eleicoeshoje.wordpress.com/2010/12/01/pela-liberdade-de-crer/

 

Generalização falsa. O conhecimento científico não é uma ação crítica sujeita à crença. É um dado inquestionável.

O Mateus pode dizer que o céu é azul porque o vê da Terra e chama o que vê de céu. Mas um astronauta, que o vê da estação espacial nem sequer vê o céu como Mateus, mas o céu que vê não é azul. Porque o fenômeno da refração ali não existe. Então, de que cor é o céu? Nesse caso, a cor do céu depende da definição de céu.

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=65754&tid=5546746453701130345&na=3&nst=21&nid=65754-5546746453701130345-5547229796698825332

“O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu hoje (18/11) que devem ir a júri popular os pais da menina de 13 anos que morreu em 1993 por não receber uma transfusão de sangue. O casal Helio Vitoria da Silva e Ildelir Bonfim de Souza é Testemunha de Jeová, seita religiosa que se opõe a esse tipo de procedimento. Um médico, amigo da família, também foi denunciado.

Três dos cinco desembargadores da 9ª Câmara de Direito Criminal do TJSP votaram pela manutenção de sentença de primeira instância dada, em 2006, pela Vara do Júri de São Vicente. Dois magistrados se manifestaram a favor da absolvição do casal.

http://adav-advocaciaespecializada.blogspot.com/2010/11/testemunha-de-jeova-pais-que-impediram.html

“Em termos conclusivos, num regime de democracia pura, deve se atender aos princípios filosóficos de que a liberdade de crenças e de ideias é ampla em todos os aspectos na afirmação e na contra-afirmação.” (Prof. J. Vasconcelos)

A liberdade religiosa é constitucionalmente protegida assim como a liberdade de expressão. Afirmação que se levada ao absoluto, então, você pode ser um sacerdote do mal que crê que se deve sacrificar vítimas de expiação lançando crianças e adolescentes precipício abaixo, seus proprios filhos, imolando-os em altares incandescentes para atender aos desígnios de seu deus, e, tudo o que posso fazer é criticá-lo?

É óbvio que não. Quando a liberdade de crença fere a verdade científica deixa de ser crença e passa a ser preconceito.

A liberdade religiosa é legítima mas a liberdade de preconceito, não. A liberdade de preconceito é inconstitucional.

Quando o sacerdote, o padre, o pastor afirma que a homossexualidade é um delito, uma doença, absurdamente passível de reversão a um estado anterior que nunca existiu e portanto impossível como afirma a ciência, não é expressão de crença religiosa, é preconceito, é propaganda assassina enganosa. Então, a quem devo reclamar? Ao PROCON?

A GRANDE VIRADA COM GOL DE BICICLETA DA INGLATERRA!

05/11/2010

 
 

Um juiz inglês impediu um casal – Owen e Eunice Johns – de adotar uma criança porque declaram-se contra a homossexualidade, o que poderia trazer danos à criança adotada no caso desta ser homossexual.

A decisão levanta realmente a gravíssima questão da adoção por casais homofóbicos, estes em geral pertencentes à congregações religiosas, porque estas pregam a “cura”, a imposição de terapias de reversão.

 

Os recentes suicídios alardeados pela imprensa americana, motivados por bullying contra adolescentes gays, têm como causa na sua origem o moralismo religioso nas igrejas, porque estas é que geraram e continuam incrementando a cultura da homofobia.

Assim, é de se perguntar sem dúvidas, se casais adeptos de religões não inclusivas estão aptos à adoção.

O jogo virou. O Vaticano não terá mais como manter a prescrição 2357 do Catecismo Católico sob pena de que os casais católicos que pleiteam adoção não estejam aptos a realizar a felicidade dos adotados, antes poderão induzí-los ao suicídio.

Vejam a matéria em inglês:

 http://www.dailymail.co.uk/news/article-1325311/Gay-rights-laws-danger-freedoms-Bishops-speak-homosexuality.html

 

 

TEOLOGIA ESFÉRICA II

05/09/2010

Como urgia que os hebreus expandissem em número para enfrentar a hegemonia dos politeistas, a procriação não poderia deixar de ser o foco fundamental. Assim, instou-se que as relações sexuais que desprezavam a procriação biológica seriam consideradas inaceitáveis. E esse conceito de sexualidade perdurou por milênios, até que…
 

TEOLOGIA ESFÉRICA II

Com o avanço da Física Óptica criaram-se as lentes e com elas os telescópios. A Astronomia deu um salto qualitatitavo e lançou o olhar do homem para muito mais longe, e também muito mais fundo com os microscópios. Entretanto, mesmo admoestada pela Reforma Protestante – início do sec. XVI, a Igreja não se moveu no sentido de repensar sua teologia.

Assim como a Geometria Euclidiana não alcançava a a totalidade das exigências da ciência e novos modelos de Geometria tiveram que ser elaborados, entre os quais a Geometria Esférica – início do século XIX; Também a “teologia da terra plana” já não dava mais conta de explicar as contradições bíblicas e resolver os novos problemas que as descobertas científicas apresentavam. Paralisada no sectarismo, a Igreja então inicia seu longo período de decadência. De governante passou a governada e para não perder o poder que ainda lhe restava, negociou sua influência popular com os governantes. Por insistir na “teologia plana” a Igreja não só perdeu a hegemonia do poder como segue perdendo seu raio de influência.

Como o curso da Natureza é inexorável e irreversível, esta adiantou-se às igrejas todas e começou a agir no subconsciente humano. A mulher, intuitiva, não esperou que seus líderes religiosos hes dissessem que rumo seguir diante da iminente lotação da Terra, e criou um movimento de transformação social – sec. XX, que se ainda não concluso pouco falta para tanto, e que levará a civilização a um outro nível de realizações. Do mesmo modo, agora que o percurso feminino se consolidou, aqueles outros intuitivos que o apoiaram viram-se livres para obedecer o curso natural.

Os “diferentes” dos homens e das mulheres comuns, os que a rigor se encontram a meio caminho entre o masculino e o feminimo, os divinamente criados para essa função, criados para não ser exclusivamente nem macho, nem fêmea, hoje começam a surgir como uma avalanche sobre a sociedade. E tudo indica que as igrejas começam a despertar para o fato de que a Terra lotou. E afirma que estes seres por milênios gestados pela natureza fazem parte fundamental do Plano Divino da Criação.

E são eles O Arauto da nova teologia. A Esférica. Cujo modelo não será o último mas que servirá por muito tempo para aproximar o Homem de Deus.

Deus não ordenou que o homem criasse e multiplicasse e enchesse toda a Terra. Ele, por ser Deus que É, simplesmente constituiu o homem para isso. Do mesmo modo ele não ordenou que o homem criasse e multiplicasse no espírito, da mesma forma constituiu-o para tanto.

Assim como o Homem não decidiu pelo impulso da cópula, assim também nao decidiu pelo espírito de transcendência. Foram-lhe dados um e outro.

O Homem também caminha compulsóriamente para Deus. Simplesmente porque Deus não criou o Homem para provar coisa alguma, apenas criou-o para a Sua Semelhança.

No início do século XVII construiu-se o telescópio e o microscópio, e o olhar humano se aprofunda até muito longe onde jamais havia chegado antes.

A Física Óptica muda o foco do conhecimento e nasce a Ciência como disciplina humana inquestionávelmente exata. As bases estavam lançadas. Descobre-se o espaço terrestre finito e limitado.

Quatro séculos se passaram gestando a nova humanidade. Aquela a quem caberia adequar-se a um espaço limitado , a Terra.

As guerras, ações de extermínio para abertura de espaço para os mais fortes que tenham sido não funcionaram, a população continuou sua expansão. A mulher toma a iniciativa de controlar o número de filhos, o que desacelerou o crescimento que continua. As epidemias são insignificantes para deter o avanço numérico da massa. Os governos buscam controlar a natalidade, um paliativo. A demografia explode e com ela a homossexualidade explode no planeta como tentativa de solução final.

Num esforço inédito a humanidade busca o equilíbrio populacional. E claro, se a super população resulta da procriação biológica, esta resulta da sexualidade. Assim as relações sexuais que desprezam a procriação biológica, de inaceitáveis passam a urgentes. E a procriação biológica começa a ceder espaço para a procriação espiritual.

As igrejas proliferam como bactérias, mas todas elas equivocadamente baseadas na teologia da Terra plana, a teologia da contradição. As águas da contradição. E nessas águas não sobreviverão.

Só a teologia que assumir a esfericidade da Terra atravessará o Mar Vermelho. Só a teologia que assumir a procriação espiritual no lugar da procriação biológica sobreviverá.

sec. XVI – REFORMA

sec. XVII – TELESCÓPIO

sec. XVIII – A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

sec. XIX – GEOMETRIA NÃO EUCLIDIANA

sec. XX – MOVIMENTO FEMINISTA

sec. XXI – PEGADA ECOLÓGICA, A INTRODUÇÃO À TEOLOGIA ESFÉRICA E O FIM DA  HETERONORMATIVIDADE

TEOLOGIA ESFÉRICA I

24/08/2010

 

POR UMA TEOLOGIA PARA O PRESENTE E FUTURO

Até a Idade Média, o homem comum olhava para cima, via no céu o Sol, a Lua e as estrelas. Via o Sol e a Lua como discos achatados por falta de ciência e analogamente, embora os intelectuais desde a Grécia Antiga já especulassem sobre a esfericidade da Terra, o senso comum a dava como plana.

Foi com este conhecimento que a teologia foi pensada e dessa forma cristalizada. Também nada se sabia sobre os limites da Terra. Não estava sob a sua ótica a possibilidade de que um dia a humanidade a ocuparia inteiramente e que nela chegar-se-ia ao ponto de lotação máxima permitida. Noção que só recentemente tem sido aceita. Daí hoje, a expansão do conceito de “pegada ecológica”

Até Abraão, patriarca judeu, o politeísmo era o modo com que o homem se relacionava com o transcendente, a exceção do próprio povo judeu na tradição de Noé. As civilizações eram então, politeístas e dominavam a Terra. Não existia nelas a cultura das relações heterossexuais como norma prioritária.

O povo judeu, população minoritária, precisava então aumentar em número para fazer frente ao domínio dos povos circunvizinhos.

A lógica da teologia judaica admitia, por razoabilidade, que houvesse um deus superior aos outros. Os próprios politeístas reconheciam entre seus deuses, um que suplantava os outros, ao qual estes em última instância, estavam sujeitos.

Era natural para os judeus que, por força dessa razão, os deuses subordinados simplesmente não existissem. Pode-se deduzir que todos eles estariam incorporados no Único, Yahweh.

Com a vitória da liderança de Moisés sobre os egípcios, um código se fez necessário para que a independência dos judeus se solidificasse. Moisés* então, estabeleceu o Pentateuco, a partir do Decálogo.

No Gênesis, a ordem da criação do unverso tão surpreendemente inspirada, descrição figurativa de há milênios que se pode corroborar científicamente, culmina com a criação do primeiro homem, Adão. Logicamente também figura de linguagem. Pode-se tomar Adão como tendo sido o primeiro homem monoteísta, ou o primeiro dotado de inteligência transcendente. O primeiro a acreditar num Criador e Único. Que também pode ser entendido como o primeiro a reconhecer a si mesmo conscientemente.

Como urgia que os hebreus expandissem em número, a procriação não poderia deixar de ter foco fundamental. Assim, instou-se que as relações sexuais que desprezavam a procriação seriam consideradas inaceitáveis. E esse conceito de sexualidade perdurou por milênios, até que…

* Conjuntos de escritos atribuídos a vários autores

DOUTRINA 5

01/07/2010

NA FRONTEIRA ENTRE O CONHECIDO E O MISTÉRIO

http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap100303.html

 

DIÁLOGO ENTRE UNS E OUTROS

Uns     – Então, por quê Deus construiu homossexuais e não assexuados, já que a intenção seria dar sustentabilidade ao planeta quando este lotasse?

Outros – Porque a assexualidade já era atributo dos anjos, já estava criada. Também para que os homossexuais não se fizessem iguais aos anjos. E para que os homossexuais fortalecidos pela não exigência da cópula não dominassem os heterossexuais, e ainda para que os homossexuais experimentassem as mesmas dificuldades dos héteros. As mesmas paixões, as mesmas vicissitudes, as mesmas virtudes.

Uns      – A homossexualidade é “intrinsecamente desordenada”.

Outros – É intrínseca mas não desordenada porque é criação de Deus.

Uns      – É contrária à lei natural.

Outros – A lei natural afirma o contrário.

Uns      – Os homossexuais são chamados à abstinência sexual porque os atos homosssexuais “fecham o acto sexual ao dom da vida”.

Outros – O dom da vida é no espírito.

Uns      – Não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual.

Outros – A verdadeira complementaridade afetiva sexual só depende do Amor.

Uns      – As pessoas homossexuais são chamadas à castidade.

Outros – Assim também as heterossexuais, porque não pode haver ato impuro na Presença de Deus.

Uns      – A Igreja não ministra o sacramento do matrimônio aos homossexuais.

Outros – O que o Amor uniu o homem não separa.

Uns      – O Catecismo da Igreja Católica é claro nos ítens 2357, 2358 e 2359. Contrariá-lo é desobediência.

Outros – Nesses ítens o Catecismo Católico falhou tragicamente, com implicações não menos trágicas. Homofobia, suicídios, homicídios, desespero da salvação, afastamento da Igreja, perda da fé em Deus. Não se obedece uma indicação que leva ao Mal. A obediência que se deve é ao Bem, a Caridade, a Verdade e ao Amor.

Uns      – Por quê o Magistério indicou os ítens?

Outros – Porque interpretou as palavras da Sagrada Escritura com leitura humana e não divina.

Uns      – Tantos homens e mulheres homossexuais entraram para o serviço religioso da Igreja para obedecer a esse ensinamento.

Outros – Porque o preconceito deles e dos outros inibiu-lhes a coragem de acreditar antes no próprio coração e entregaram essa decisão aos seus mestres.

Uns      – Como poderiam acreditar no que dizia o próprio coração se a maioria dizia o contrário?

Outros – Ignoraram a Lei Moral Natural que Deus depositou no coração de CADA UM.


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