Archive for setembro \29\UTC 2010

EQUIFOBIA

29/09/2010

EQUIFOBIA é uma palavra que não existia até agora. Nasceu da analogia com equilátero que quer dizer: lados iguais. Equiângulo, equivalente… Equilíbrio.

http://vsites.unb.br/fau/projetoestetica/?p=73

 

A pergunta fundamental e primeira é: “O que voce pensa sobre a igualdade entre as pessoas?”

 A partir dessa pergunta, que implica em preceito constitucional derivarão todas as outras.

Homofobia é uma forma de EQUIFOBIA que é: fobia de igualdade.

Homofobia é mais que fobia do amor entre homossexuais. Embute o sentimento de que homossexuais não são iguais em direito, verdade, humanidade, etc… Significa que o homofóbico não vê o homossexual como um igual. Isto é, na origem do sentimento existe fobia de igualdade. Ou seja… EQUIFOBIA.

 

benjamin 28/09/2010

“Você considera que o posicionamento de importantes órgãos de imprensa do país em prol da diversidade pode reduzir a homofobia? ”

Eu considero que qualquer instituição pública ou privada, ou qualquer indivíduo, de qualquer lugar do mundo que se omite na luta contra a homofobia é… HOMOFÓBICO. E sem nenhum pejo afirmo que é… EQUIFÓBICO. Quer dizer: tem fobia de igualdade.

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=65754&tid=5521955692571601706

 

Negue a igualdade de direitos a alguns e vc está estará negando a igualdade de direitos a todos.

 

Resposta de Benjamin Bee a Paulo Iotti em: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=65754&tid=5461803545464598592&na=2&nst=270

Paulo, não acho que seu post pudesse desviar o debate. Tem tudo a ver. E é por isso mesmo que estamos todos malucos com estas eleições.

O que me consola, se é que realmente consola, é que a disputa está entre Dilma e Serra, e minha intuição me diz que tanto um como o outro não poderão fazer vistas grossas à nossa questão, ainda que tenham contemporizado com católicos e evangélicos.

Não é possível que D. e S. estejam voltando as costas para o Estado laico. Não faz o menor sentido. Pelo contrário, já nem se trata mais de olhar o “currículo” desses candidatos, mas de pensar que os dois terão que administrar a própria sucessão.

O ônus com que terão que arcar se as religiões continuarem a tentar avanço sobre a laicidade do Estado seria insuportável. Duvido que D e S permitiriam tal retrocesso. Penso que para eles, será mais razoável dar um pé no traseiro das lideranças religiosas. E qual seria o mote que justificará isso senão a nossa questão? Mesmo que eles não estejam pessoal e ideologicamente nem um pouco preocupados com a igualdade dos nossos direitos.

Não posso acreditar que as bases desses partidos aceitariam menos do que isso, ou seja, um pé no bundão das igrejas. É uma questão de sobrevivência política.

E nessa luta pela sobrevivência política contra a teocracia, somos a base estratégica.

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=65754&tid=5461803545464598592&na=2&nst=270

ELEIÇÕES HOJE

Visite: http://eleicoeshoje.wordpress.com/

BLOG CATÓLICO CENSURA BENJAMIN BEE

23/09/2010

 

O internauta Benjamin Bee apresentou um comentário num post aberto por um blog católico, com o intuito de completar a informação veiculada e aguardou a moderação assim:

Foi censurado e ficou assim: 

http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/16393-a-divulgacao-de-suicidios-na-midia-estimula-novos-casos-ou-os-previne#comment-6799 

O que pensar quando as igrejas defendem a liberdade de expressão? 

PRESENTES DE DEUS

13/09/2010

Nem sempre o sagrado está na arte religosa mas às vezes está naquela que se pensa profana. São presentes-surpresa de Deus.

E pur si muove!

10/09/2010

 

 
 
Londres

 

 

 

“Eu procurei uma missa com uma mensagem positiva sobre coisas que as pessoas devem fazer, e não alguém me dizendo coisas que eu não devo” – Paul Brown

Entenda…

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/09/10/igreja-catolica-no-centro-de-londres-lanca-missa-para-gays-917599451.asp  

Às vésperas da visita de Bento 16, prevista para acontecer entre 16 e 19 de setembro.

“O PAPA É GAY!” E DAÍ? QUAL É O PROBLEMA?

06/09/2010
 
 
 

Por Benjamin Bee

Hutton Gibson, pai quase centenário do celebrado ator e diretor cinematográfico de Hollywood Mel Gibson, afirmou recentemente em entrevista na mídia americana e divulgada por todo o mundo que o Papa Bento XVI e mais da metade do clero é gay. A afirmação não seria nada relevante se não partisse de um ancião católico conservador ortodoxo… e célebre, e ainda que se pretenda desacreditá-lo por sua avançada idade, seu discurso revela clareza de raciocínio e certa propriedade.

Mas o que importa se o Papa é ou não gay? Que diferença faz? Talvez a única diferença notável é que a afirmação revela que gays são pessoas competentes e capazes de assumir cargos da magnitude de um papado. São um bilhão e duzentos milhões de católicos sob sua batuta. Que líder isolado já teve ou tem rebanho desse tamanho? Sem mencionar a influência que possui sobre os demais cristãos perfazendo um séquito de dois bilhões de pessoas. Além disso é respeitado e admirado por quase a totalidade da população planetária. E é gay… segundo o secularmente vivido Hutton Gibson.

http://www.tmz.com/2010/08/09/mel-gibson-dad-hutton-gibson-pope-benedict-a-homosexual-political-cesspool-radio/ 



H. Gibson também afirmou que mais da metade do clero católico é composta por homossexuais. A própria base da Igreja católica reconhece essa afirmação como legítima se observada a intuição dos seus membros. E com razão, já que a própria metodologia de arregimentação do clero católico leva à essa conclusão.

 

 
O celibato, estratégia clerical para manter o patrimônio físico da Igreja sob o poder dos cardeais, e a prescrição 2357 no atual Catecismo Católico, prescrição continuada da interpretação literal das afirmações do líder judeu Moisés há cerca de 6 mil anos, que impede a formação de família pelos homossexuais, não deixou aos gays outra alternativa que o ingresso nos quadros profissionais da Igreja na função de padre, monges e outros consagrados. São estes por sua vez, os que fazem a ponte entre o povo leigo e a cúpula purpurada da Igreja.
Mais da metade dos celibatários religiosos da igreja são gays… segundo Gibson e o senso comum. Mas quanto é mais que a metade? Não seria absurdo pensar em 80 ou 85%. E qual o significado desse número?
Simples. O que seria da Igreja não fossem os gays? A resposta é…
– Não haveria padres o suficiente para dar conta de administrar o rebanho, ou o celibato clerical não seria viável; e não sendo possível o celibato clerical, outros interessados no patrimônio material da Igreja reivindicariam participação na capitalização dos recursos necessários para manter a gigantesca estrutura católica. A Igreja como se conhece hoje seria inviável. Não haveria Igreja desse tamanho.

A conclusão imediata dessa análise tão simples quanto lógica é que a Igreja existe como a conhecemos porque os gays a construíram e a mantiveram. Até hoje.

Nem todos os papas da Igreja foram gays. Mas muitos foram. Nem tampouco é difícil suspeitar da homossexualidade de tantos dos que foram fotografados após o advento da fotografia. Um gay conhece outro gay pelo olhar. Os retratados antes do aparecimento da fotografia não podem ser alvo dessa “especulação” porque a mão dos pintores altera o olhar e a realidade como não o faz a fotografia.

O clero é gay, sim. Hutton Gibson tem razão. Esconder ou ignorar essa realidade é embaçar a verdade.

A crise vivida hoje pela Igreja Católica não é da Igreja propriamente dita, é da alta hierarquia e principalmente do poder leigo que a controla. Seu poder econômico chegou ao princípio do fim.

Sabendo disso, as denominações mais poderosas, controladas por heterossexuais, temem perder o patrimônio que administram, e hoje o que fazem nada mais é que lutar para que este patrimônio não se pulverize nas mãos das famílias de clérigos que virão com o fim do celibato. O celibato clerical conhece nestes dias seu canto do cisne porque os homossexuais soltam suas cadeias em velocidade exponencial. Já não mais precisam recolher-se às sacristias, mosteiros e púlpitos. E é por isso que o poder vigente se opõe aos avanços político-jurídico-cultural dos homossexuais. Porque querem mantê-los na escravidão moralista dentro das igrejas. É o poder sem saída. Sem gays só será possível manter o rebanho com o fim do celibato, e com o fim deste a arrecadação não será suficiente para manter no poder os que dele desfrutaram até hoje.

Os ataques à libertação gay se acirram e os católicos nem se opuseram aliar-se às confissões não católicas, porque também a estas interessa a escravatura gay. Não há celibato nessas confissões, e quando o celibato católico cair também elas estarão ameaçadas, com alto risco de desaparecerem dada a tradição da Igreja Católica. Então, aos protestantes, evangélicos e outros, libertar os gays será o mesmo que derrubar celibato católico e aprofundar a competição entre eles, católicos e não católicos, com desvantagem para estes últimos.

Nessa guerra de ganâncias quem vem pagando a conta ainda são os não heterossexuais.

Mas não por muito tempo.

TEOLOGIA ESFÉRICA II

05/09/2010

Como urgia que os hebreus expandissem em número para enfrentar a hegemonia dos politeistas, a procriação não poderia deixar de ser o foco fundamental. Assim, instou-se que as relações sexuais que desprezavam a procriação biológica seriam consideradas inaceitáveis. E esse conceito de sexualidade perdurou por milênios, até que…
 

TEOLOGIA ESFÉRICA II

Com o avanço da Física Óptica criaram-se as lentes e com elas os telescópios. A Astronomia deu um salto qualitatitavo e lançou o olhar do homem para muito mais longe, e também muito mais fundo com os microscópios. Entretanto, mesmo admoestada pela Reforma Protestante – início do sec. XVI, a Igreja não se moveu no sentido de repensar sua teologia.

Assim como a Geometria Euclidiana não alcançava a a totalidade das exigências da ciência e novos modelos de Geometria tiveram que ser elaborados, entre os quais a Geometria Esférica – início do século XIX; Também a “teologia da terra plana” já não dava mais conta de explicar as contradições bíblicas e resolver os novos problemas que as descobertas científicas apresentavam. Paralisada no sectarismo, a Igreja então inicia seu longo período de decadência. De governante passou a governada e para não perder o poder que ainda lhe restava, negociou sua influência popular com os governantes. Por insistir na “teologia plana” a Igreja não só perdeu a hegemonia do poder como segue perdendo seu raio de influência.

Como o curso da Natureza é inexorável e irreversível, esta adiantou-se às igrejas todas e começou a agir no subconsciente humano. A mulher, intuitiva, não esperou que seus líderes religiosos hes dissessem que rumo seguir diante da iminente lotação da Terra, e criou um movimento de transformação social – sec. XX, que se ainda não concluso pouco falta para tanto, e que levará a civilização a um outro nível de realizações. Do mesmo modo, agora que o percurso feminino se consolidou, aqueles outros intuitivos que o apoiaram viram-se livres para obedecer o curso natural.

Os “diferentes” dos homens e das mulheres comuns, os que a rigor se encontram a meio caminho entre o masculino e o feminimo, os divinamente criados para essa função, criados para não ser exclusivamente nem macho, nem fêmea, hoje começam a surgir como uma avalanche sobre a sociedade. E tudo indica que as igrejas começam a despertar para o fato de que a Terra lotou. E afirma que estes seres por milênios gestados pela natureza fazem parte fundamental do Plano Divino da Criação.

E são eles O Arauto da nova teologia. A Esférica. Cujo modelo não será o último mas que servirá por muito tempo para aproximar o Homem de Deus.

Deus não ordenou que o homem criasse e multiplicasse e enchesse toda a Terra. Ele, por ser Deus que É, simplesmente constituiu o homem para isso. Do mesmo modo ele não ordenou que o homem criasse e multiplicasse no espírito, da mesma forma constituiu-o para tanto.

Assim como o Homem não decidiu pelo impulso da cópula, assim também nao decidiu pelo espírito de transcendência. Foram-lhe dados um e outro.

O Homem também caminha compulsóriamente para Deus. Simplesmente porque Deus não criou o Homem para provar coisa alguma, apenas criou-o para a Sua Semelhança.

No início do século XVII construiu-se o telescópio e o microscópio, e o olhar humano se aprofunda até muito longe onde jamais havia chegado antes.

A Física Óptica muda o foco do conhecimento e nasce a Ciência como disciplina humana inquestionávelmente exata. As bases estavam lançadas. Descobre-se o espaço terrestre finito e limitado.

Quatro séculos se passaram gestando a nova humanidade. Aquela a quem caberia adequar-se a um espaço limitado , a Terra.

As guerras, ações de extermínio para abertura de espaço para os mais fortes que tenham sido não funcionaram, a população continuou sua expansão. A mulher toma a iniciativa de controlar o número de filhos, o que desacelerou o crescimento que continua. As epidemias são insignificantes para deter o avanço numérico da massa. Os governos buscam controlar a natalidade, um paliativo. A demografia explode e com ela a homossexualidade explode no planeta como tentativa de solução final.

Num esforço inédito a humanidade busca o equilíbrio populacional. E claro, se a super população resulta da procriação biológica, esta resulta da sexualidade. Assim as relações sexuais que desprezam a procriação biológica, de inaceitáveis passam a urgentes. E a procriação biológica começa a ceder espaço para a procriação espiritual.

As igrejas proliferam como bactérias, mas todas elas equivocadamente baseadas na teologia da Terra plana, a teologia da contradição. As águas da contradição. E nessas águas não sobreviverão.

Só a teologia que assumir a esfericidade da Terra atravessará o Mar Vermelho. Só a teologia que assumir a procriação espiritual no lugar da procriação biológica sobreviverá.

sec. XVI – REFORMA

sec. XVII – TELESCÓPIO

sec. XVIII – A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

sec. XIX – GEOMETRIA NÃO EUCLIDIANA

sec. XX – MOVIMENTO FEMINISTA

sec. XXI – PEGADA ECOLÓGICA, A INTRODUÇÃO À TEOLOGIA ESFÉRICA E O FIM DA  HETERONORMATIVIDADE


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