Archive for julho \30\UTC 2010

PRO DIA NASCER FELIZ!

30/07/2010

Casamento é para todos!

Casamento exclusivamente entre homem e mulher é INCONSTITUCIONAL.

O atraso ocorre por conta do INCONSTITUCIONAL Art. 1514 do Código CiviL.

Não adianta espernear. O atavismo chegou ao fim.

CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO É CONSTITUCIONAL.

Estamos meu bem por um triz! Pro dia nascer feliz!

OS MELHORES MINUTOS DO SHOW DE ONTEM, 15/07/2010, NO SENADO ARGENTINO!

16/07/2010

Senhoooooras e senhores… E com vocêêêês…. A deles… a sua… a minha… a nossa!

NOOOOOOOOOOOOOOOORRRRRMMAAAAAA  MO… RAN…DIIIIIIIINNIIII…

ARGENTINA!!!!!!!!!!!

15/07/2010

Processo Eclesiático Contra Pe. Nicolás Alessio, Córdoba – ARGENTINA

13/07/2010

Monsenhor ÑáñezPadre Nicolás Alessio

O arcebispado local iniciou um juízo canônico. E como medida cautelar “proibiu-lhe o exercício público do ministério sacerdotal” a Alessio, de 52 anos e pároco de San Cayetano, no bairro de Altamira, Córdoba.

http://www.clarin.com/sociedad/Cordoba-prohiben-misa-apoya-matrimonio_0_296970496.html

12/07/10 – 23:13

Se trata de Nicolás Alessio. En declaraciones a Clarín, había cuestionado con dureza la posición del cardenal Bergoglio. El arzobispado local le inició un juicio canónico. Y lo suspendió como párroco.

El arzobispo de Córdoba, monseñor Carlos José Ñáñez, inició juicio canónico al presbítero José Nicolás Alessio, quien se pronunció públicamente a favor del proyecto que consagra el matrimonio entre personas del mismo sexo y cuestionó con dureza la posición del cardenal Jorge Bergoglio.”

Según informó la Agencia Informativa Católica Argentina (AICA), Ñañez, como medida cautelar, “le prohibió el ejercicio público del ministerio sacerdotal” a Alessio, de 52 años y párroco de San Cayetano en el barrio Altamira de la capital cordobesa.

Alessio había cuestionado con dureza las declaraciones de Bergoglio sobre el matrimonio gay. “Falta que pida que quemen gente”, aseguró en una entrevista con Clarín. El sacerdote, de acuerdo a la decisión, “no podrá celebrar públicamente la santa misa ni administrar los sacramentos de la Iglesia, y, por lo tanto, ejercer como párroco”.

“Luego de haber agotado todos los medios de solicitud pastoral para que el presbítero José Nicolás Alessio se enmendase y retractase públicamente de las declaraciones realizadas por él mismo a favor del presunto “matrimonio” entre personas del mismo sexo, contrariando la Enseñanza y el Magisterio de la Iglesia Católica, y habiendo el antedicho presbítero negado toda posibilidad de modificación de su obrar, ha decidido iniciar el proceso eclesiástico correspondiente en el Tribunal Interdiocesano de Córdoba”, expresó el arzobispado.

Se trata, añade Ñáñez, de “que toda actuación se realice conforme al Derecho eclesial vigente, estableciendo una medida cautelar en la que formalmente ‘le prohíbe el ejercicio público del ministerio sacerdotal'”

Entretanto…

Alessio Faz Pé Firme e Mantém Foro de Consciência

El Dia

http://www.eldia.com.ar/edis/20100713/20100713095226.htm

13/07/2010

Un sacerdote cordobés fue sancionado tras expresar su postura a favor de la boda entre personas del mismo sexo. Tampoco podrá ofrecer misas. Dijo estar “sorprendido” porque no esperaba que el arzobispo de Córdoba “cortara cabezas a quienes pensamos distinto”

El Arzobispado de Córdoba sancionó al sacerdote Nicolás Alessio con la prohibición de ofrecer misas y casamientos por su postura a favor del matrimonio gay que se debate en el Congreso, según confirmó hoy el religioso.

“Me siento sorprendido y muy dolido porque jamás pensé que el Obispo de Córdoba (Carlos Ñáñez), que parecía más abierto a la posición del obispado argentino en estas prohibiciones, cortara cabezas a quienes pensamos distinto”, manifestó Alessio.

En declaraciones a la prensa, el cura precisó que ayer le fue notificado de la sanción que le “prohíbe ejercer el ministerio públicamente”. “Tengo compromisos asumidos con mi comunidad. Creo más en el Evangelio que en estos códigos canónicos, por lo tanto este fin de semana voy a celebrar misa, salvo que me metan presoö, advirtió Alessio al precisar que la sanción también lo inhabilita para celebrar casamientos.

El padre de la parroquia San Cayetano, al desafiar la sanción impuesta por la autoridad de la Iglesia, dijo que supone que va a “cometer otro delito cuando celebre misa, porque el primero fue por pensar distinto y el segundo será por ser fiel a mi comunidad”.

Al ser consultado acerca de si va a recurrir la sanción impuesta, el sacerdote manifestó que no se maneja en el terreno “burocrático y leguleyo de la Iglesia. Yo creo en la Iglesia de Jesús y a esa Iglesia me debo”, sostuvo.

La sanción se extenderá hasta que se expida el Tribunal Interdiocesano de la Iglesia, explicó Alessio. El párroco integra un grupo de sacerdotes que apoya el matrimonio entre personas del mismo sexo, posición que hizo pública ante los medios y al participar en marchas de reclamo por esa igualdad de derecho.

EXPORTAÇÃO DA HOMOFOBIA OCIDENTAL

06/07/2010

Colaboração enviada por Walter Silva da comunidade orkutiana “Eu Apoio o Casamento Gay”, a quem muito agradecemos. Com este, o Gay Católico se abre a todo trabalho intelectual sério que contribue para aprofundar o conhecimento da realidade gay católica. 

 

Exportação da homofobia ocidental

Em diversos locais do mundo oriental(do oriente médio ao extremo oriente)não raro encontramos afirmações de líderes políticos e religiosos sustentando a pretensão de que em sua cultura originalmente não existiam homossexuais,e que esta prática foi ”importada” do ocidente junto com seus valores morais decadentes.
Um exemplo relativamente recente dessa crença está no pronunciamento do presidente do Irã,Mahmoud Ahmadinejad,em 2007 na universidade de Colúmbia,declarando que em seu pais ”não existiam homossexuais”;neste artigo procuraremos demonstrar brevemente e sem maiores pretensões o equívoco de tais
indivíduos e o apelo contundente de gays e lésbicas por resgatar sua memória das brumas do passado, encoberto e destruído por heterossexuais homofóbicos.
Para início de conversa inúmeros pesquisadores e historiadores de diferentes áreas do conhecimento em diversos países do oriente têm escritos livros revolucionários
denunciando que a homofobia é uma importação ocidental,enquanto que a prática da homossexualidade dentro de suas respectivas culturas sempre foi tolerada e respeitada antes do contato com civilizações cristãs.
O livro ”políticas sexuais no Irã moderno” da ativista Janet Afary Tece uma análise histórica dos papéis de gênero e da sexualidade no Irã desde a era pré moderna até os dias atuais.Baseando-se em textos antigos,que são esmiuçados,Janet faz um retrato das relações de mesmo sexo em que a homossexualidade surge como um padrão social de estatus nas sociedades iranianas,onde um homem mais velho busca um amante jovem,o ”amrad”.
Neste período as relações homoeróticas entre dois machos no Irã estavam vinculadas ao namoro,à doação de presentes,ao ensino de poesia,ao treinamento militar e à orientação e desenvolvimento de contatos sociais que iriam contribuir para o futuro do parceiro mais jovem.
Algumas vezes os homens trocavam votos de irmandade(um tipo de casamento temporário e contratual,podendo durar algumas horas ou até 99 anos,comum entre heterossexuais).

Estas relações não eram puramente sexuais,mas cultivavam o afeto entre os parceiros,havendo certas responsabilidades que pesavam sobre os homens mais velhos para com o futuro dos jovens.
Ritos de irmandade envolvendo mulheres lésbicas também foram comuns no Irã,estabelecidos após uma longa corte.O casal trocava presentes,viajava junto aos santuários e ocasionalmente dormia junto.
Exemplo de código que regulamentava as relações entre pessoas do mesmo sexo é o ”Nameh andarz” que se refere tanto a heterossexuais quanto a homossexuais.
Em geral escritos de pais para filhos ou de vizires para sultões estes livros continham capítulos separados para o tratamento dado às esposas e aos companheiros do mesmo gênero.
No Nameh Qabus (1082-1083) um pai aconselha a um filho:

”Você deve estar desperto tanto para mulheres quanto para os rapazes.
Não se deixe limitar suas inclinações para um dos dois sexos,deste modo você evitará hostilidades de ambos.
Durante o verão deixe seu desejo inclinar-se para os garotos,e durante o inverno deixe-o para as mulheres”

A literatura persa sacra transborda de referências homoeróticas do século XII ao XV, e a homossexualidade foi abraçada em numerosos espaços públicos que iam de casas de prostituição(reconhecidas como ”khaneh amrad”) até mosteiros e cafés.

Naser al-Din Shah, que governou a Pérsia 1848-1896,mantinha consigo um jovem amante chamado Malijak,a quem ele ”amou do que ninguém”;em suas memórias Malijak lembrou com orgulho sobre o amor do rei,que ele descreveu como ”sendo impossível para mim escrever sobre isso”;”[Ele] me segurou nos braços e beijou-me como se estivesse beijando uma de suas grandes amadas. ”

Em uma longa sessão do livro ”Sexual Politics in Modern Iran” intitulada ”Rumo à uma modernidade ocidentalizada” Afary demonstra como a tendência de modernização surgida durante a revolução constitucionalista de 1906 foi fortemente influenciada por conceitos colhidos do ocidente.

Um jornal chamado Nasreddin Molla notavelmente contribui nesta época para a mudança de paradigmas relacionados à sexualidade e papéis de gênero no Irã,trazendo um discurso Marxista bem documentado de desprezo à homossexualidade.
Relações de mesmo sexo e pedofilia foram confundidas,os professores clericais atacaram e acusaram os gays de molestar crianças,o estigma da homossexualidade passiva foi empregado como arma difamatória e os homens que mantinham amantes amrad foram ridicularizados.Os ritos de irmandade foram comparados satiricamente com casamentos heterossexuais.
Deste modo foi introduzido no Irã o discurso político homofóbico desenvolvido na Europa,de que a normatividade estava nas relações heterossexuais.

Posteriormente lideranças políticas constitucionalistas aderiram entusiasticamente ao combate à homossexualidade.O influente jornal Kaveh(1916-1921) editado pelo famoso constitucionalista Hasan Taqizadeh,liderou o movimento de opnião contrário às práticas homossexuais,com uma noção de modernidade que incluia a normatização do erotismo heterossexual e o abandono de todas as práticas homossexuais. O historiador e jornalista prolífico, Ahmad Kasravi,declarava que ”a homossexualidade era uma medida do atraso cultural” e poetas sufis do homoerotismo eram parasitas,cuja poesia gay tinha que ser eliminada,por ser perigosa.
Logo após a chegada ao poder em 1979, o aiatolá Khomeini estabeleceu a pena de morte para a homossexualidade.

Um outro exemplo possivelmente ainda mais dramático de importação homofóbica é o ocorrido em Uganda quando da visita de três evangélicos americanos à capital para ministrar uma série de palestras.
De acordo com Jeffrey Gettleman, jornalista do The New York Times (”O papel dos americanos na empreitada antigay de Uganda”,Jeffrey Gettleman),
”O tema do evento,segundo Stephen Langa, seu organizador ugandense, era o “plano gay – todo aquele plano oculto e obscuro” – e a ameaça que homossexuais impunham a valores baseados na Bíblia e à família africana tradicional.
Por três dias, de acordo com participantes e gravações de áudio, milhares de ugandenses, inclusive agentes de polícia, professores e políticos, ouviram fascinados os americanos, que foram apresentados como especialistas em homossexualismo. Os visitantes discutiam como transformar os gays em heterossexuais, como gays muitas vezes sodomizavam garotos adolescentes e como “o movimento gay é uma instituição do mal”, cujo objetivo é “derrotar a sociedade baseada em casamento e substituí-la por uma cultura de promiscuidade sexual”.
Um mês após a conferência, um político ugandense até então desconhecido, que se gaba de ter amigos evangélicos no governo americano, apresentou a Lei Anti-Homossexualidade de 2009, que ameaça enforcar homossexuais”;
O ministro de ética e integridade de Uganda chegou a declarar que “Homossexuais podem esquecer dos direitos humanos”.
Pelo menos um dos evangélicos americanos,Lively, admitiu ter se encontrado com legisladores ugandenses para discutir o assunto. Ele até escreveu em seu blog que alguém havia comparado sua campanha a “uma bomba nuclear contra o plano gay em Uganda”.
”Defensores dos direitos humanos em Uganda dizem que a visita dos três americanos ajudou a iniciar o que pode vir a ser um ciclo muito perigoso. Ugandenses gays já descrevem um mundo de espancamentos, chantagem, ameaças de morte como “Morra, sodomita!” pichadas em suas casas, assédio constante e até estupros supostamente correcionais.”

“Agora realmente precisamos nos esconder”, disse Stosh Mugisha, uma ativista de direitos gays que contou ter sido imobilizada em uma plantação de goiabas e estuprada por um agricultor que queria curá-la de sua atração por garotas. Ela disse que estava grávida e infectada pelo HIV, mas que a reação de sua avó foi simplesmente, “Você é teimosa demais”.

Apesar de ataques como esses, muitos gays e lésbicas aqui disseram que as coisas estavam melhorando para eles antes da lei, pelo menos o suficiente para realizar coletivas de imprensa e lutar publicamente por seus direitos. Agora eles temem que a lei possa incentivar linchamentos. Multidões já espancam pessoas até a morte por infrações tão ínfimas como roubo de sapatos.

“O que essas pessoas fizeram foi atear um fogo que elas não conseguem apagar”, disse o Reverendo Kapya Kaoma, um zambiano que atuou em segredo durante seis meses para relatar a relação entre o movimento anti-homossexual africano e os evangélicos americanos.”

Gettleman conclui o artigo dizendo que muitos africanos consideram a homossexualidade uma importação imoral do ocidente.

Muitos hindus e ocidentais,acostumados a leituras sóbrias do Bhagavad-Gita,livro sagrado que influenciou Thoreou e Max Mueller,ficariam chocados ao descobrir que o herói Arjuna se excitou com a bela visão da cintura de Krishna,e do seu pênis delineado através de suas roupas amarelas;Krishna, de lábios vermelhos como a ”fruta bimba” se relaciona sexualmente com Arjuna,transformado em mulher.
É o que informa o livro ”Same sex in índia” da professora Ruth Vanita,da universidade de Montana,a respeito de 2000 mil anos de tradição hindu não divulgada,ou minimizada,ou adulterada, sobre as relações entre pessoas do mesmo sexo naquele país.
De acordo com Vanita,puritanismo e homofobia foram certamente introduzidos na Índia durante a época colonial vitoriana inglesa,embora não se possa culpar somente a era colonial pela homofobia Hindu.
Recentemente derrubada,a lei colonialista do Código Penal Indiano,Seção 377, sancionada pelos britânicos em 1860,criminalizava o que chama de “ofensas sexuais contra a ordem natural”.
Nenhum texto sagrado hindu antes disso penalizava tão duramente a homossexualidade,nem mesmo o código de Manu,que prevê um banho ritual para brâmanes que tenham relações sexuais com alguém do mesmo sexo.

Bibliografia

Sexual Politics in Modern Iran(Janet Afary),Cambridge University Press,April 2009;
Capítulo 3. Classe,Status definidos de homossexualidade, e os rituais de namoro.
”O papel dos americanos na empreitada antigay de Uganda”,Jeffrey Gettleman(Tradução: Lana Lim),
extraído do site Athosgls
Same-Sex Love in India: Readings from Literature and History(Ruth Vanita,Saleem Kidwal)p. 92-93, citando o Padma Purana.

 

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=509428&tid=5486976688142196032&na=2&nst=24 

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=509428

 

FINALMENTE! UM BISPO CATÓLICO A CAMINHO DA VERDADE

02/07/2010

“Concordo e aceito um homem que viva com um homem”

Entrevista com D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e de Segurança de Portugal. Por Rosa Ramos, Publicada em 26 de junho de 2010 pelo

iOnline

 

(sobre a aprovação do casamento gay pelo Presidente Cavaco Silva) 

… “Para mim, independentemente do conteúdo – eu não concordo com a noção de casamento -, concordo e aceito um homem que viva com um homem e uma mulher que viva com uma mulher.

Isso não o choca?

É evidente que não. A atitude que tenho de ter é a respeitabilidade.”

(sobre as relações homossexuais)

Como encara o movimento de gays católicos?

São pessoas que põem problemas. Eu acho que o drama de cada pessoa deve ser entendido. Nós julgamos e jogamos com generalidades. Eu despertei para este problema já há muitos, muitos anos, quando conheci um casal que já não era jovem e que me confessou, amargurado, que o filho era homossexual. E eles sofriam e diziam: “Não discriminamos o nosso filho, achamos que não é um crime.” Nós podemos não aceitar nem entender que os nossos filhos sejam homossexuais, mas temos de os amar, não os podemos afugentar. E a Igreja só pode ter uma atitude: acolher, ouvir, tentar entender. Eu às vezes pergunto a colegas: “Você já alguma vez falou com um homossexual?” É que eu já e sabe o que é que vi? Uma pessoa que sofria loucamente, porque não era entendida, porque tinha uma orientação sexual que não é aceite socialmente. Alguém que se sentia só, escorraçado. Alguém que se escondia.

A Igreja acolhe os homossexuais, na verdade. Desde que não pratiquem a sua homossexualidade…

Com certeza que um casal homossexual não é um teórico, não é? E os afectos traduzem-se por essa prática, por essa fusão psíquico-afectiva da unidade misteriosa que é o ser humano.

A Igreja tem de entender isso?

Entender, sim. Sacralizar é que não – porque o amor, para a Igreja, é um sacramento, o matrimónio. Esta é uma matéria muito complexa, que tem de ser muito bem compreendida. E nenhuma instituição pode dizer se aceita ou não aceita. Cada caso é um caso.”

 

Enquanto tantos caminham em direção e sentido contrário, D. Januário já encontrou o sentido. E a direção da sua jornada converge para O CAMINHO. Ele ainda é jovem… vai conseguir alcançar a plenitude da caminhada.

A BELEZA NUNCA ESTÁ NA CARA

01/07/2010

TRIBUTO A MAHALIA JACKSON

A beleza nunca está na cara. NUNCA!!

E a felicidade nunca depende do que está fora da alma.

A grandeza dessa mulher é em todos os sentidos. Tudo o que ela cantou e como cantou era encantador. Divinamente inspirada.

É daqueles artistas que moram nas nossas vidas como alguém tão perto de nós quanto nós mesmos.

It’s a highway to Heaven!

É da família!

Voltará sempre ao Gay Católico.

NA EUROPA (MEMORÁVEL!)

Não deixem de ver sua breve biografia no

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahalia_Jackson

DOUTRINA 5

01/07/2010

NA FRONTEIRA ENTRE O CONHECIDO E O MISTÉRIO

http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap100303.html

 

DIÁLOGO ENTRE UNS E OUTROS

Uns     – Então, por quê Deus construiu homossexuais e não assexuados, já que a intenção seria dar sustentabilidade ao planeta quando este lotasse?

Outros – Porque a assexualidade já era atributo dos anjos, já estava criada. Também para que os homossexuais não se fizessem iguais aos anjos. E para que os homossexuais fortalecidos pela não exigência da cópula não dominassem os heterossexuais, e ainda para que os homossexuais experimentassem as mesmas dificuldades dos héteros. As mesmas paixões, as mesmas vicissitudes, as mesmas virtudes.

Uns      – A homossexualidade é “intrinsecamente desordenada”.

Outros – É intrínseca mas não desordenada porque é criação de Deus.

Uns      – É contrária à lei natural.

Outros – A lei natural afirma o contrário.

Uns      – Os homossexuais são chamados à abstinência sexual porque os atos homosssexuais “fecham o acto sexual ao dom da vida”.

Outros – O dom da vida é no espírito.

Uns      – Não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual.

Outros – A verdadeira complementaridade afetiva sexual só depende do Amor.

Uns      – As pessoas homossexuais são chamadas à castidade.

Outros – Assim também as heterossexuais, porque não pode haver ato impuro na Presença de Deus.

Uns      – A Igreja não ministra o sacramento do matrimônio aos homossexuais.

Outros – O que o Amor uniu o homem não separa.

Uns      – O Catecismo da Igreja Católica é claro nos ítens 2357, 2358 e 2359. Contrariá-lo é desobediência.

Outros – Nesses ítens o Catecismo Católico falhou tragicamente, com implicações não menos trágicas. Homofobia, suicídios, homicídios, desespero da salvação, afastamento da Igreja, perda da fé em Deus. Não se obedece uma indicação que leva ao Mal. A obediência que se deve é ao Bem, a Caridade, a Verdade e ao Amor.

Uns      – Por quê o Magistério indicou os ítens?

Outros – Porque interpretou as palavras da Sagrada Escritura com leitura humana e não divina.

Uns      – Tantos homens e mulheres homossexuais entraram para o serviço religioso da Igreja para obedecer a esse ensinamento.

Outros – Porque o preconceito deles e dos outros inibiu-lhes a coragem de acreditar antes no próprio coração e entregaram essa decisão aos seus mestres.

Uns      – Como poderiam acreditar no que dizia o próprio coração se a maioria dizia o contrário?

Outros – Ignoraram a Lei Moral Natural que Deus depositou no coração de CADA UM.


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