Archive for maio \31\UTC 2010

ENTENDA O CASO MALAWI

31/05/2010

Ban Ki-moon

Ban saúda perdão de casal homossexual condenado no Malaui

30/05/2010

Num discurso ao parlamento do país africano, Ban expressou a esperança de que o Malaui venha a actualizar as suas leis para reflectirem os padrões internacionais

 O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, saudou a corajosa decisão do presidente do Malaui de perdoar um casal homossexual condenado recentemente a 14 anos de prisão.

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Num discurso ao parlamento, no sábado, durante o primeiro dia da sua visita ao país africano, Ban expressou a esperança de que o Malaui venha a actualizar as suas leis para reflectirem os padrões internacionais.

Direitos Fundamentais

Ele afirmou que o mundo nao pode ficar indiferente quando países negam os direitos mais fundamentais aos seus cidadãos, independentemente da sua raça, crença religiosa ou orientação sexual.

O Secretário-Geral disse aos deputados da nação da África Austral que infelizmente alguns estados ainda criminalizam pessoas com base na orientação sexual. Ele sublinhou que tais leis deveriam ser refomadas.

Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanga foram condenados na semana passada por práticas indecentes entre homens, uma decisão criticada pela Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, que descreveu a sentença de altamente discriminatória.

No seu discurso ao parlamento do Malaui, Ban Ki-moon descreveu os quatro elementos chave para promover o desenvolvimento e cumprir as oito Metas do Milénio em África até o prazo de 2015.

Estes incluem a concretização das promessas feitas pelos países ricos, um novo acordo comercial e a implementação da boa governação no continente.

Pobreza

Este domingo, Ban deveria visitar Mwandama, uma chamada aldeia do Milénio onde agências da ONU trabalham com o governo, ONGs e sociedade civil para tentar reduzir a pobreza.

Na segunda-feira, o Secretário-Geral inicia uma visita oficial ao Uganda onde vai participar numa conferência de revisão do Tribunal Penal Internacional, TPI.

CONFIRA: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/180657.html

AINDA MAIS:

da BBC

Casal homossexual libertado no MalawiDois homens homossexuais presos no Malawi mas mais tarde perdoados pelo presidente Bingu wa Mutharika, foram libertados da prisão, de acordo com algumas informações.

Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanga haviam sido condenados a 14 anos de prisão no início do mês depois de terem sido condenados por grave indecência e actos antinaturais.

Eles foram perdoados durante uma visita do secretário-geral da ONU Ban Ki-moon.

Mas um ministro disse à BBC que os homens podem voltar a ser presos se continuarem a sua relação.

O caso gerou condenação internacional e um debate sobre a homossexualidade no país.

Gift Trapence, da organização de direitos Centro para o Desenvolvimento de Pessoas que tem apoiado o casal, disse que eles foram levados às suas vilas separadamente.

“As autoridades prisionais disseram-lhes que tinham recebido instrucções para os conduzir até às suas respectivas casas”, disse Trapence à agência noticiosa AFP.

Mas Patricia Kaliati, a ministra do Malawi para o Género e Crianças, disse que a libertação de Monjeza e Chimbalanga não significa que eles podem continuar a sua relação.

CONFIRA: http://www.bbc.co.uk/portugueseafrica/news/story/2010/05/100530_malawigayreleasedbp.shtml

MONJEZA E CHIMBALANGA LIVRES!!!

30/05/2010

Deu na Agência Angola Press

30-05-2010 4:56

Malawi
Presidente manda soltar casal homossexual condenado a 14 anos de prisão

Lilongwe – O presidente do Maláui, Bingu Wa Mutharika, solicitou neste sábado a libertação de um casal gay condenado a 14 anos de prisão.
A decisão ocorreu após participar de uma reunião com o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon.
“Estes garotos cometeram um crime contra a nossa cultura, a nossa religião e lei, porém, como líder de Estado tenho a honra de perdoá-los e solicitar que sejam libertados”, afirmou o presidente do Malawi.

O desempregado Steven Monjeza, 26, e o funcionário de hotel Tiwonge Chimbalanga, 20, foram presos em Dezembro, um dia após celebrarem a união com uma festa tradicional no hotel onde Chimbalanga trabalhava.
Eles foram julgados e considerados culpados na terça-feira (18), mum julgamento
visto com um teste dos direitos dos homossexuais no país africano.
O presidente do Malawi disse que o perdão ocorreu por “questões humanitárias”, o que não significa que ele apoie a homossexualidade.
O secretário-geral da ONU deverá solicitar que os legisladores do país mudem as leis sobre a questão.

A homossexualidade é crime no Maláui segundo as leis que datam do período
colonial. O pedido de fiança foi negado duas vezes ao casal durante o julgamento
e eles foram mantidos em prisão de segurança máxima.

Confira: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/2010/4/21/Presidente-manda-soltar-casal-homossexual-condenado-anos-prisao,af5f2dbb-ebfa-4ed1-a857-ff3c8569ec0b.html

O AMOR É O ESPÍRITO DE DEUS PRESENTE E VISÍVEL EM CADA UM DE NÓS E NO OUTRO.

29/05/2010
 
GAY CATÓLICO
 
Gay, ou GLBTTTI, é um ser humano com identidade sexual diversa da heterossexual. Esta, a identidade sexual humana dominante e hegemônica. Enquanto espécie é a única diferença.
 
Católico é o humano pertencente à religião cristã universalizada com sede na Santa Sé, o Vaticano. 

Pertinência religiosa é a filiação à uma doutrina de fé no Transcendente Absoluto, Deus.

Jesus de Nazareth, o Cristo é o Filho Unigênito de Deus.

BREVE RETROSPECTO DO BLOG GAY CATÓLICO

No Prólogo tentamos elaborar um panorama da situação dos gays católicos. Triplamente discriminados: pelos gays por serem católicos, pelos católicos por serem gays e pela sociedade heteronormativa. [02]
Contamos apenas um caso em três episódios de como um gay se torna católico a despeito da opressão gerada pela discriminação no meio. [03] , [04] , [05]
Gay nasce gay, mas escolhe ser católico. E escolhe ser católico porque, à exceção da discriminação sofrida por sua orientação sexual, é com a doutrina católica que se identifica, e nenhuma outra responde tão integralmente às suas exigências. A sua “desobediência” será analisada a posteriori. [# in comentários]
Ele entende que há um percurso para – sem perder nada – viver plenamente a sua afetividade e sexualidade. A importância do primeiro encontro, a corte, o namoro, o noivado, e finalmente o casamento que celebra na noite de núpcias. Cada um desses passos tem seu significado sem o qual não compreende a relação com o outro. [09] , [10] , [11] , [12]
Sua religiosidade é isenta de culpa porque acredita em Jesus, quando em Mateus 19, 11-12, revela só a quem é capaz de entender, que desde o ventre materno assim foi formado e que portanto está no Plano de Deus. [13]
Unidos por Deus no casamento, o mistério do Amor  – Deus –  revela-Se na fusão dos cônjuges, na experiência única, real e concreta da ininterrupta Presença do Amor entre ambos, identificando-os um no outro ao ponto de cada um ser dois e os dois… Um.  [14]
E ainda sem deixar de ser, cada um, ele mesmo. É o encontro com o Sagrado que conduz à família homoparental, à educação da prole segundo determinação divina, o envelhecimento na companhia dos seus e finalmente a dignidade da passagem para a Glória do Senhor.  [17]
 

 

“POR MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS!”

28/05/2010

ORGULHO HISTÓRICO

SALVE, RAINHA! INTERCEDEI PELOS QUE SOFREM!

26/05/2010

PROVÍNCIA DE CÓRDOBA, ARGENTINA

25/05/2010

CÓRDOBA, ARGENTINA – 19 DE MAIO DE 2010

 EM: http://www.lavoz.com.ar/ciudadanos/repudian-la-marcha-contra-el-matrimonio-gay?comunidad=

Sacerdotes cordobeses se expresaron a favor del matrimonio gay y de la adopción

Miembros del grupo Angelelli, encabezado por el padre Nicolás Alessio, dijeron que “no toda la Iglesia está en contra” de los homosexuales. El documento.

Grupo de Sacerdotes Angelelli de Córdoba apoyan la ley de matrimonio

para todas y todos!

*Aporte al debate sobre modificaciones a la ley de matrimonio civil*

*Nicolás Alessio por Grupo Sacerdotes Enrique Angelelli, Córdoba*

*”Dios es amor, el que permanece en el amor, permanece en Dios y Dios

en él”. San Juan. *

*”Dios es espíritu, donde está el Espíritu esta la libertad”. San

Pablo a los Corintio.*

*”Ya no hay diferencia entre judío y griego, esclavo y hombre libre,

entre varón y mujer, porque todos ustedes son uno solo en Cristo

Jesús”. San Pablo a los Gálatas. *

Ante la posibilidad de una ley que permita a personas del mismo sexo

ser “matrimonio” y vivir profundamente el amor y la sexualidad,

entendemos que aprobarla, acompañarla y profundizarla nos pone en el

camino del Evangelio de Jesús. Un Jesús que nos ha revelado el rostro

amoroso de su Dios. No necesariamente ni siempre, la iglesia oficial,

y sus opiniones, coinciden con el Evangelio. Este tema es uno de esos

casos.

Veamos:

– Jesús nunca fijó una doctrina cerrada sobre el matrimonio,

simplemente siguió las costumbres de su época y avanzó en reconocer y

defender, de una manera especial a las mujeres, en un contexto social

machista y patriarcal….

– Jesús jamás condenó ni mencionó la homosexualidad, sí se enfrentó a

los soberbios, a los que se creían puros, a los que tenían el poder

opresor, a los que esclavizaban, a los que humillaban…

– Jesús siempre puso la Ley al servicio de una mayor humanización,

donde el centro sea la persona y, sobre todo, los proscriptos, los

olvidados, los últimos…

– el término “homosexual” no aparece en la literatura sino hasta fines

del siglo XIX, en los tiempos bíblicos no existía una comprensión

elaborada de lo que actualmente entendemos por orientación

sexual…mal se podría condenar la homosexualidad….

– toda la revelación bíblica apunta a centrarnos en el amor, sin

exclusiones de ningún tipo, y con predilección por los marginados, los

proscriptos, los ninguneados, los postergados, los acusados…

– si algunos textos del Antiguo Testamento, parecen condenar la

homosexualidad, en realidad lo que están rechazando, es, o la

idolatría que tal práctica revelaba o, en todo caso, como en el caso

de Sodoma, la falta de hospitalidad, en Ezequiel 16:49-50 por ejemplo,

“Sodoma” es soberbia, gula y no socorrer al pobre y al indigente, es

decir, no tiene nada que ver con un pecado “sexual”. Por otra parte,

esos textos del Antiguo Testamento, jamás se refieren a las lesbianas,

solo hablan de los varones.

– si algunos textos de las cartas apostólicas incluyen en sus listas

de “pecado” a la homosexualidad, es solo para adaptarse a los códigos

morales greco romanos, y en ese sentido recordar el pecado de

idolatría que tales costumbres significaban, o condenar las practicas

de abuso, prepotencia, explotación sexual, sean estas hetero u homo

sexuales, pero de ninguna manera expresan una condena a la

homosexualidad como tal…

– toda la revelación bíblica y con más razón, el Nuevo Testamento, no

es un código de moral, citar textos aislados para condenar la

homosexualidad es un fundamentalismo anacrónico incapaz de entender

los textos en su lugar histórico particular, es usar algunos textos

para justificar los propios prejuicios. Hacer de la Biblia un manual

de moral sexual sería caer en el legalismo judío duramente criticado

por Jesús, la Biblia es la revelación de un Dios que nos quiere ver

libres, gozosos y felices y, que por eso, nos invita a enfrentar a

todo el que oprime, discrimina, rechaza, expulsa, odia, segrega,

separa.

Entendemos la homosexualidad, como una manera distinta, diferente,

diversa, de vivir la sexualidad y el amor, no como una rareza y menos

como una enfermedad. Desde hace 37 años la homosexualidad no se

considera un trastorno psiquiátrico y la Organización de las Naciones

Unidas (ONU) a través de la OMS (Organización Mundial de la Salud) la

eliminó como trastorno mental el 17 de mayo 1990 por considerar, con

criterios científicos, que no correspondía a una patología, sino que

es parte de la diversidad del ser humano.

Quién podría negar que las personas del mismo sexo pueden vivir de

manera, adulta, libre y responsable su sexualidad? Nadie puede, y

menos en nombre de Dios, afirmar que hay una sola manera de vivir la

sexualidad y el amor. La naturaleza, rica en multiplicidad, también

nos enseña que, la diversidad, no atenta contra ella, si no que la

embellece. Citar a la “ley natural” para oponerse a esta legislación

es solo una posición fijista, dura, congelada, de la realidad

pretendida como “natural”, sin entender los complejos procesos

culturales.

Entendemos que un legislador, puede profesar profundamente su fe

cristiana y católica, y, a la vez, con total libertad de conciencia,

pensar, definir y actuar distinto a lo que propone la jerarquía

eclesial. En la Iglesia Católica, no hay un “pensamiento único”, hay

lugar para la diversidad y la pluralidad. Por otra parte, un

legislador, no legisla para la comunidad católica, legisla para toda

la ciudadanía. No debiera ofender ni molestar a nadie, por el

contrario, debiera ser motivo de alegría, que las personas del mismo

sexo, que tradicionalmente han sido objeto de burlas,

discriminaciones, condenas, estigmas, anatemas, prejuicios y obligadas

a vivir en la clandestinidad u ocultando sus más profundos

sentimientos, hoy puedan sentirse libres y amparados por una ley de la

Nación que les reconoce su derecho al amor y a la familia, no como una

concesión de mala gana, si no como un derecho inalienable.

Grupo Sacerdotal Enrique Angelelli

Pbro. Nicolás Alessio

Provincia de Córdoba

Argentina

http://www.lavoz.com.ar/files/Grupo%20de%20Sacerdotes%20apoyan%20la%20ley%20de%20matrimonio%20para%20todas%20y%20todos.pdf

A reportagem do jornal La Voz

Un grupo de 12 sacerdotes de Córdoba pertenecientes al grupo Enrique Angelelli se manifestaron hoy a favor del matrimonio homosexual y de la posibilidad de que una pareja gay pueda adoptar niños, con lo que expresaron sus diferencias con el Episcopado.

En diálogo con Mitre 810, el sacerdote de la parroquia San Cayetano, Nicolás Alessio, aseguró que ellos no sólo están a favor del matrimonio gay, sino que además están convencidos de que una pareja homosexual tiene derecho a la adopción de niños.

En ese sentido, los religiosos plantearon que la necesidad de que haya “matrimonios para todos y todas”.

“Nosotros somos cristianos, católicos y sacerdotes de la Iglesia Católica, pero en este tema estamos opinando en las antípodas de lo que opina el Episcopado. Nosotros estamos a favor de una igualdad de derechos, a favor del matrimonio de la familia de homosexuales, de la familia gay”, consideró Alessio.

En el texto redactado sobre el tema, al que tuvo acceso La Voz, los sacerdotes aseguran que “Jesús nunca fijó una doctrina cerrada sobre el matrimonio”, sino que “simplemente siguió las costumbres de su época y avanzó en reconocer y defender, de una manera especial a las mujeres, en un contexto social machista y patriarcal”.

“Los que no quieren que el matrimonio gay adopte es porque en el fondo consideran que son enfermos, parten de ese prejuicio. Entonces lógico, nadie le daría niños a una pareja de enfermos. Pero si partimos de la base que son personas tan normales como vos y como yo, ¿por qué no van a poder adoptar?”, preguntó Alessio.

Por su parte, organizaciones por la diversidad y los derechos de las personas homosexuales, bisexuales y transgénero repudiaron hoy la marcha realizada ayer por un grupo de cordobeses en oposición al proyecto de ley de matrimonio entre personas del mismo sexo.

“Respetamos la libertad de expresión y de culto, pero nos parece que esto atenta contra las libertades básicas y los derechos humanos universales”, señaló a La Voz Martín de Mauro, de la Multisectorial Justicia por Natalia Gaitán.

“Son sectores que no se han aggiornado, que no saben ver que hay familias que no necesariamente tienen padre y madre, incluso por motivos que no tienen que ver con la identidad de las personas. Son familias heterosexuales que no responden a ese modelo”, agregó Di Mauro.

En contra. Ayer, un grupo de cordobeses marcharon por el centro de la ciudad con varias banderas que llevaban la inscripción “Queremos mamás y papás” (Ver

La agrupación Devenir Diverse también repudió la manifestación. “Esto genera más violencia social, enardeciendo los ánimos de ambos lados, lo que creemos que no ayuda a un debate social distendido”, señalaron sus integrantes a través de un comunicado.

“Marchar con carteles que dicen ‘NO a los caprichos de los pervertidos’, ‘La familia se extingue’ y con figuras de dos varones y dos mujeres tachadas, son un acto de violencia y discriminación que se deben cuestionar cuanto menos”, indicaron.

“Lo más temible es que detrás del discurso de los derechos de los niños se esconden prejuicios sobre las personas que viven su sexualidad de modo diferente a lo que ellos piensan que se corresponde con la ‘ecología humana'”, agregaron.

Acciones. La agrupación convocó a un picnic por la igualdad, que se realizará el próximo domingo a las 17 en la Plaza de la Intendencia.

En tanto, la Multisectorial adelantó que próximamente convocarán a una marcha para apoyar el proyecto de ley de matrimonio entre personas del mismo sexo, que se votará el 14 de julio en el Senado de la Nación.

VEJA COMO A MATÉRIA FOI PUBLICADA EM SITES BRASILEIROS

http://blogdoclaudionascimento.blogspot.com/2010/05/padres-argentinos-saem-em-defesa-do.html

http://mixbrasil.uol.com.br/lifestyle/religiao/padres-argentinos-saem-em-defesa-do-casamento-gay.html

http://mundalternativo.blogspot.com/2010/05/argentina-padres-catolicos-saem-em.html

O ARCEBISPADO DE CÓRDOBA, COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER, POSICIONOU-SE CONTRÁRIO AO DOCUMENTO DO GRUPO SACERDOTAL ENRIQUE ANGELELLI

Comunicado de Prensa de Mons. Carlos Ñañez

El Arzobispo de Córdoba, Mons. Carlos José Ñáñez, pone de manifiesto que la opinión emitida en diversos medios de comunicación social por el Pbro. Nicolás Alessio por grupo sacerdotes Enrique Angelelli Córdoba, en relación al posible matrimonio entre personas del mismo sexo, son exclusivamente a título personal y no representan, de ningún modo, el sentir de la Iglesia Católica.
Aprovecha la ocasión para reafirmar su adhesión plena al magisterio de la Iglesia en relación al matrimonio y la familia, en particular lo manifestado por la Conferencia Episcopal Argentina el pasado 20 de abril (99ª Asamblea Plenaria) y el comunicado de los Obispos de la Provincia de Córdoba sobre el particular, emitido en el día de hoy, con fecha 19 de mayo de 2010.

Gustavo A. Loza
Sec. de prensa
Arzobispado de Córdoba

http://www.episcopado.org/portal/

CASAMENTO, FAMÍLIA, VELHICE E MORTE

24/05/2010
MAPA 3

 

CASAMENTO, FAMÍLIA, VELHICE E MORTE

Os gays católicos só podem casar nas catacumbas. E não podem ainda, por tempo indeterminado, publicar a sua condição de casados porquanto a eles seria vedada a eucaristia na sua comunidade eclesial.

Ainda que fosse pecado a união de dois que amam, i. e. ainda que numa redução por absurdo, fosse pecado amar, o pecado jamais teria maior importância que Jesus na Eucaristia. Nenhum pecado tem maior importância que a Eucaristia.

A Eucaristia foi instituída por Deus para fazer presente Aquele que salva. Se a Eucaristia é só para os santos para que Jesus a teria instituído?

A Eucaristia é a força do pecador contra o pecado. A Confissão que antecede a Eucaristia revela o arrependimento do pecado.

Mas amar não é pecado, pelo contrário é o ato humano mais santo, o artigo primeiro da Constituição da Nação Divina promulgada por Deus e ratificada por Jesus. Amar é ter Deus presente em nós. Então, amar não é objeto da Confissão. Porque amar é receber o Espírito de Deus.

Lei moral natural: aquela com a qual Deus constituiu os homens, todos e CADA UM, para fazer a escolha entre o que é bom e o que é ruim.

Na lei biológica natural a homossexualidade é nata. Quer dizer, o sexo entre iguais é natural.

De modo que a lei moral natural como é entendida pela Igreja conservadora, contraria a lei biológica natural. Como se fosse possível ser a lei moral natural contra a natureza.

O meio religioso conservador já reconhece o homossexual como natural, mas pretende inculcar a idéia de que a prática homossexual nunca pode ser santa e que o homossexual deve contrariar sua natureza vivendo em abstinência sexual.

Negam assim a obra divina argumentando com um texto da Bíblia, que em si é legítimo, mas que é entendido de forma redutora. É a redução da obra divina, redução que parte da própria teologia que pretende a defesa da Obra Divina. Uma contradição, a falha trágica.  

Tradição: a defesa religiosa vigente da Tradição pretende superar a própria Tradição, fazendo-se maior que ela ao negar a vivacidade das Sagradas Escrituras.

A Bíblia escrita para sempre traz que Deus fez o homem para povoar toda a Terra, e na Sua infinita sabedoria construiu a própria Terra como uma bola fechada e limitada. Significa que Deus previu que um dia a Terra lotaria de corpos humanos segundo a sua capacidade de ocupá-la e consumi-la sem prejuízo da sua sustentabilidade.

Assim criou o homem para procriar também e principalmente no Espírito.

Dado que a Terra lotou, a procriação no Espírito passa à prioridade sobre a procriação biológica. Entretanto, a defesa vigente da Tradição nega a Tradição da inteligência humana ao negar a Sabedoria de Deus em fazer o homem inteligente e espiritual, à Sua semelhança. O homem é mais semelhante a Deus no espírito do que no corpo.

Família: A Defesa Teológica Vigente da Tradição entendeu que a família é um conjunto de indivíduos biológicamente interdependentes. Tornou a família sob esse ponto de vista num laboratório com regras experimentais baseado na eugenia, que a própria Igreja aqui é contraditória porque justamente condena. A eugenia está fora do Plano Divino que estabeleceu a Diversidade, como confirma a Verdadeira Tradição.

A Verdadeira Tradição ela mesma, reconhece que os vínculos espirituais e afetivos entre os membros de uma família são exatamente o que a define em detrimento do vínculo genético. A Defesa Teológica Vigente da Tradição trata portanto a família, sob seu ponto de vista, como um criatório de seres animais; enquanto a Verdadeira Tradição, ela mesma, trata a família como um criatório de seres espirituais.

Com isso a Defesa Teológica Vigente da Tradição não está autorizada à defesa da lei moral natural no quesito em questão, a menos que reconheça a Tradição que ultrapassa os interesses mundanos. Quer dizer, a legítima lei moral natural é maior e melhor que aquela “lei moral natural” que a teologia vigente tem pretendido impor até o século XX.

A teologia vigente perdeu-se das raízes da Tradição e ao longo dos séculos evoluiu para negar a Tradição Original, a Verdadeira. Não em todos os seus aspectos, mas claramente neste em que a Verdadeira Tradição define a família como célula inicial de uma humanidade espiritual superior à família como célula inicial de uma humanidade puramente biológica.

Assim, a família homoparental católica é legítima se tiver como objetivo a formação de si mesma e de sua prole, no sentido de ser uma família humana espiritualizada e submetida a Deus.

A prole portanto pode ser mantida, criada e educada por quaisquer indivíduos que constituirem uma família voltada para Deus. A prole pode resultar de filiação biológica ou não, porque filho será aquele que reconhecer Deus como o Senhor absoluto, em particular Jesus, se a família for cristã; e, pai ou mãe será aquele que inspirar na sua prole esse reconhecimento.

A família cristã, objeto de nossa análise, crescerá e frutificará nesses termos. E será sempre legítima qualquer que seja a sua configuração.

E desse modo envelhecerá cada um que participar de sua constituição. Na dignidade de uma velhice cristã e católica, amparada pelos seus membros e seus pares.
E cada membro será acompanhado por todos da família até o seu último momento, após o que, a ele será prestada reverência por toda a eternidade.

 

NÃO É A HOMOFOBIA UMA FOBIA DE AMOR?

21/05/2010

17 DE MAIO DE 2010

17/05/2010

 

17 DE MAIO

 

 

 

DIA MUNDIAL DE COMBATE À HOMOFOBIA

 

 

A HOMOFOBIA é o cerne da questão gay. O âmago. A causa do drama de mais difícil compreensão que assola a humanidade.

Todo drama humano é mais facilmente equacionável e passível de solução. Menos a homofobia.

A homofobia remonta às origens do homem. A Caim e Abel.

Não se está a afirmar aqui que Abel era homossexual. Mas o assassinato de Abel por seu irmão Caim foi o primeiro caso de fobia e de fobia do Amor.

E não é a homofobia uma fobia de Amor?

Hoje, o Gay Católico junta-se a todos os que se colocam à frente dessa luta. Estamos ao lado dos que lutam contra a homofobia e fazemos memória de todas as suas vítimas. E pelas vítimas oramos porque nós católicos temos esse dom. O dom de orar, de agradecer e de pedir a Deus. E hoje pedimos mais insistentemente, clamamos a Deus.

Senhor, cesse a homofobia! Pai, tende piedade dos que são atacados porque sofrem com as dores e dos que atacam porque sofrem com o ódio.

Irã e Uganda são hoje os dois casos mais emblemáticos de homofobia no planeta. Mas ela, a assassina do corpos, das mentes e dos corações de todos os que por ela são atacados e de todos os que por ela atacam, ela está por toda a parte. Deste de dentro dos próprios homossexuais até o ponto mais distante deles.

Pai, tende piedade dos que amam porque Vos conhecem, que eles não merecem por isso mesmo ser alvo de ataques. Defenda-os Senhor Jesus.

Pai, tende piedade dos que atacam porque não amam, porque não Vos conhecem. Mostre-se a eles, Senhor Jesus.

Amém!

DOIS EM UM

05/05/2010

MAPA 2 – A SEXUALIDADE DOS CÔNJUGES GAYS

DOIS EM UM SÓ CORPO

E eu te vejo dentro de mim e tu me vês dentro de ti.

Eu me vejo com os teus olhos e tu te vês com os meus.

Eu te vejo com os teus olhos e tu me vês com os meus.

Já não sabemos quem é um e quem é o outro,

mas sabemos que somos Um e um novo mistério.

Quem já não experimentou a delícia que é sentir o amado dentro de si mesmo? Não se trata aqui de penetração sexual. Trata-se de incorporação mesmo. Lúcida. Melhor dizendo: translúcida.

O célebre verso da canção que diz: “I’ve got you under my skin”, não é uma imagem poética. É uma sensação real e concreta.

É como se o amado nos incorporasse. Como se penetrasse nosso soma, e nossos pensamentos e emoções são os dele.

Mesmo longe está tão perto de nós quanto perto é dentro de nós mesmos.

Mais do que um estado alterado da consciência é a transcendência da consciência.

Seu corpo invisível mas sensível encaixa-se no nosso, e sentimos em nós o jeito de ser do nosso amado.

A experiência só é possível no Amor ao outro. Amor Verdadeiro.

Quando a entrega de si mesmo ao outro é plena, este outro se nos incorpora. E passamos a ser ele sem deixarmos de ser nós mesmos. É o Amor. É o casamento. É a fusão de dois em um. É o novo ser. O Um de dois. Dois num só corpo.

O que está descrito acima não é poesia, é fato, é real, é concreto. Esse é o significado de um só corpo no casamento entre dois que se amam verdadeiramente. Quando o Amor é entre dois, é assim que Ele se manifesta. É assim que Ele opera.

Nessa fusão, a Presença divina é sentida na pele, no cérebro, na alma. É a Graça. É o Estado de Graça

E assim segue o casal gay católico na união verdadeira no Amor. Nesse novo corpo que nasceu na noite de núpcias, começa a crescer na manhã seguinte e inicia sua jornada no Caminho. Porque é cristão. E é católico.

Por isso o que Deus uniu o Homem não separa. Porque separar significa matar essa Nova Pessoa.

Jesus é tão ou mais presente nesse casal que em encontros “em nome Dele” carregados de retórica.

Talvez a maior virtude que se segue desse encontro, porque pleno de felicidade no Amor, é a generosidade abundante. Quem ama e é correspondido, melhor dizendo, o Um quem tem o Amor em si pelo Outro e tem o Amor no Outro pelo Um, não olha para o pecado nos outros. Olha, exclusivamente para a Santidade ao seu redor. Está tão compenetrado no serviço à santidade que não tem tempo para apontar o pecado.

É assim o casal gay católico. Positivo. Faz campanha da Luz, do que é Santo, do que é agradável a Deus. Não critica, não julga, não pressiona, não exige que os outros sejam santos, apenas espera que os outros sintam a santa inveja dos que “se amam”. Inveja que se for santa fará com que se busque a mesma santidade. É a evangelização por osmose e não por decreto.

Estão livres em Cristo. E nada, nada poderá obstruir sua caminhada na direção e sentido do Supremo. A subida é íngreme mas um sustenta o outro, cantando. E Jesus no meio dos dois, e Jesus dentro do Dois que agora é Um. E Jesus com eles.

A vida sexual do casal gay católico é ativa e é sem culpa. Porque sabem que aqueles que julgam essa relação o fazem a partir de ensinamentos que receberam dos homens suscetíveis à incompreensão. E o casal GC não os culpa por isso. Não interessa atribuir culpa a ninguém. É um desperdício de tempo e de emoção. É um consumo de energia da qual não se podem privar porque deverão armazená-la para as necessidades espirituais de sua família, dos seus filhos e da família dos santos. E para o próprio bem estar de todos, inclusive daqueles que os atacam, estes consumidos que estão pela xenofobia, pelo terror do novo, do original, do inédito ainda que genuíno.

E o conhecimento do corpo de Um do Outro cresce continuamente. E a cada degrau sua alegria só faz aumentar, a cada dia seu prazer de estarem juntos aumenta sem solução de continuidade. Um conhecimento que cresce continuamente sem a menor expectativa de cessar. E guardam esse conhecimento, essa sabedoria com zelo porque seus herdeiros virão e herdarão esse conhecimento como herdarão o Reino de Deus.


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